S02E12e13 – “Army of Ghosts” e “Doomsday”

capa s02e12e13

Chegou a hora! JP, Thales MartinsRaphael Salimena e a convidada especial Ana Recalde falam sobre fantasmas e despedidas no Season Finale da segunda temporada do WhoCares:

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Enquete: o que você achou dos episódios “Army of Ghosts” e “Doomsday”? Dê sua nota!

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46 pensamentos sobre “S02E12e13 – “Army of Ghosts” e “Doomsday”

  1. Perguntinhas Rápidas para não tomar o tempo de vcs:
    Quando vcs postam os próximos e SE vocês fizerem um podcast sobre adventure time vcs planejam seguir a mesma coisa que o whocares, um podcast por episódio? Seria muito trabalhoso, porém muito legal se fosse assim.

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  2. Sobre a discussão dele amar ou não a Rose, eu acho que ele de fato ama a Rose romanticamente… But, ele não disse que a amava provavelmente pra não tornar pior pra ela a separação e impedir que ela continuasse tão “presa” a ele emocionalmente. Foi mais um grande sacrifício que esse Doutor fez. E esse podcast é sensacional, não canso de dizer. Parabéns a todos os envolvidos, tive o prazer de parabenizar o Talles pessoalmente em um evento de DW na livraria cultura do RJ, mas reforçando: Vocês são otimos, grande abraço!!!

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  3. Passaram-se anos e ainda não consigo decidir em que lugar esta o amor do Doctor pela Rose. Acho que a relação deles foi intensa assim por causa da situação emocional na qual se encontrava o Doctor após a Time War, o que me leva a crer que foi uma relação intensa de amizade já que geralmente são os amigos que conhecemos nos momentos mais difíceis de nossas vidas que se tornam os mais próximos. No caso penso que o Doctor viu esse relacionamento profundo como suporte e a Rose como amor da vida dela (o que é compreensível, afinal o Doctor literalmente a “resgatou” e a levou para ver maravilhas) apesar de muita gente tentar fortemente me convencer de que é realmente uma relação romântica e tal mas…

    Concordo plenamente que uma companion como a Rose foi ideal para essa fase pós-traumática do Doctor. Afinal foi essa “inocência(tem gente que prefere chamar de ignorância mas acho forte)” ou “simplicidade” dela para com a vida, o universo e tudo mais que compõe sua personalidade que alavancou a recuperação do Doctor como um “salvador” ou, como veremos em The day of the Doctor, em “alguém que precisa fazer o que tem de ser feito quando ninguém mais pode fazer”. Quando penso em qualquer outra companion ali naquele início do NewWho as únicas que parecem se encaixar um pouquinho são a Clara…e talvez a Amy…mas não! Tem que ser a Rose mesmo.

    Observações:

    1-Não sei se vocês também ficam matutando em como as outras companions/regenerações do Doctor reagiriam em tal episódio/situação mas eu adoro viajar nisso =)
    2-Que preciosidade é aquele diálogo entre cyberman e daleks!!
    3-Sempre que chego no meio da segunda temporada me bate esse enjoo da Rose e me pego pensando”Não vejo hora da Rose sair!” Não que não goste dela mas tem hora que é demais, enjoa até mesmo porque a personagem parece não ter mais nada a acrescentar à série.
    4- Sim, gosto muito da Martha!
    5-Gente tô com saudade do podcast já! Desejo um descanso bacana p vcs voltarem com tudo!

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    • Olha, eu pensava exatamente como você até assistir o final da 4º temporada, ali eu tive que bater o martelo, ele era apaixonado por ela. Do contrário, há uma grande incoerência….mas quando whocarespod chegar lá, essa discussão vai voltar e vamos ver se conseguem mudar minha opinião rs.

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  4. Achei ótimo trazer o mickey e o pete de volta! só faltou o jack aparecer haha
    Pessoalmente, eu gosto quando a coisa é séria em doctor who, mas você tem que saber “abraçar a tosqueira”, como vocês falam rsrsrs aquele diálogo dos daleks e dos cybermen é mesmo impagável!
    Lembro que da primeira vez que os daleks deram as caras (no caso, que UM dalek apareceu), eu tava tipo “…então…ISSO é o arquiinimigo do Doutor? da GRANDE guerra e tal?…tá, né”. mas com o tempo, você aprende o perigo que eles representam e tals…continuam ridículos né, mas a gente não vê mais isso kkkk
    E ei, ok, o Pete aparecer lá foi mesmo impossível, mas vai, cê deixa passar. O caso dos Ponds é bem pior vai, aquilo não fez sentido! 😛 mas também tem que deixar passar, ne, fazer o quê
    Agora, cês tão doidos se acham que ele não amava ela kkkk Vocês não gostarem da relação é uma coisa, mas daí achar que ela não existia…Pra mim ou ele falou pro nada, antes da câmera cortar pra ele, ou ele reparou logo que a transmissão acabou e engoliu a frase. Acho que a Ana botou bem em palavras o que a Rose significava pro Doutor! é de partir os corações!
    Vocês têm que pegar leve com a Martha, gente, nunca entendi a aversão do fandom a ela haha não que ela seja minha favorita, mas qual é. enfim.
    o quêêê o hiato vais ser grande assim? poxa :/ bem, aproveitem o descanso então! mas como vou ficar sem o whocares? o que vou escutar a caminho da faculdade? 😄 vou sentar aqui e esperar pela donna, a martha e todo mundo então…
    [spoiler do final da quarta]
    o fato dele não falar depois é só questão dele saber que não ia poder passar a vida toda com ela e assim ela teria uma vida mais “normal” do jeito que foi e blablabla mas essa fica pra depois

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  5. [SPOILERS]

    Não sou lá muito fã da Rose e nem do seu romance com o Doctor, achei/acho um tanto apelativo, mas as poucos fui me acostumando, acho que hj posso dizer q shippo os dois kkkk…Concordo com a Ana Recalde a respeito do que a Rose representa pra ele e dele ter se apaixonado por ela (particularmente, eu só fui ter certeza disso no final da 4° temp), e posso dizer que acho válido o Russel Davies mostrar esse aspecto do Doctor, pq as pessoas se apaixonam independente de sua idade, é uma coisa muito fácil de acontecer, ao longo das suas centenas de anos era de se esperar que o Doctor se apaixonasse por alguém, seja uma humana, uma time lady ou uma alien qualquer, e como isso nunca foi mostrado antes, achei legal e ousado da parte do roteirista fazer isso. O que caga é q a Rose não é essas coca cola toda pra mim e que, depois dela, ainda mostra o Doctor de flertesinho com várias outras companions.

    Por fim, concordo com o Salimena, o Doctor jamais diria “eu te amo”, eu tenho certeza disso, tanto que é que quando eles se reencontram rola uma segunda chance e ele NÃO DIZ. Acho que é pq ele sabe que se trata de um relacionamento impossível, e acho compreensível.

    Obs: a cena do Doctor chegando no torchwood e sendo recepcionado feito uma celebridade pela Ivonne é ótima. Os dois atores estão impagáveis, voltei várias vezes essa cena rs.

    Obs2: Cara, essa aparição da Donna no final foi desnecessária, poderia aparecer depois, os episódios trágicos de DW, pelo menos os da era RTD, tem mania de terminar com um ganchinho cômico que tira todo o clima da clima história, isso acontece em todo fim de temporada e em alguns episódios mais dramáticos ao longo da mesma.

    Obs3: esse hiato vai ser grande, mas entendo o lado de vcs. Obrigada por mais essa temporada de podcast, vcs estão fazendo a diferença para os fãs brasileiros de DW, acreditem sempre nisso!

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  6. Amei esse episódio, mas acho que boa parte do meu “amei” se deve à emocionante despedida entre o Doctor e a Rose, pois no resto ele me lembrou o final da 1º temp, e isso foi meio broxante, não que o episódio seja ruim , mas tirou o elemento surpresa, sabe. Vejamos, eles estavam diante de uma ameaça (os fantasmas/cybermen), mas havia uma ameaça desconhecida muito maior e mais perigosa, aí ficamos naquela tensão, angustia e pavor quando vemos aqueles Daleks saindo da esfera. Foi exatamente a mesma sensação de quando o 9º Doctor está lá no satélite 5 achando que está enfrentado um determinado inimigo, aí ele cancela um sinal qualquer lá e revela milhões de naves Daleks, além disso, tem ele perguntando pro cybermen o que é a tal esfera e ficamos sabendo que aquilo não é parte dos planos deles, também tem ele tentando mandar a Rose pra casa e ela voltando. Então, achei repetitivo nesse sentido. E, em termos de roteiro, o final da 1º ainda é melhor, o da 2º supera nos cenários, pq aquele satélite 5 era triste haha. No mais, gostei muito do uso dos cybermen nesse episódio, acho que já falei por aqui que sempre acho os episódio com eles meio mais ou menos, mas não dessa vez.

    Eu acho o 10º Doctor muito dramático, ele faz drama pra TUDO, é poético e tudo é um mimimi da porra rsrs…. e, apesar do apelo visual do Matt Smith, eu acho o 10º o mais infantil de todos com suas um milhão de caretas, seus tiques e frase de efeito (que coisa mais desnecessária na série) à la “sigam-me os bons” do Chapolin ou “ao infinito e além” do Buz Lightyear.

    Terminou Doomsday e eu fiquei com um gosto amargo na boca de tão triste que foi. Sabe aquele episódio que você assisti e quando termina você fica num vácuo só olhando os créditos subirem? Totalmente indigesto…tanto é que nessa época assistia vários eps por dia e depois de Doomsday fiquei tipo ” chega por hoje! Acabou doctor who!”

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    • sobre as frases de efeito, eu acho o Allons’y como o que não faz sentido algum no conceito da série,se você diz que a Tardis traduz os idiomas para o inglês, e tem episódios na França e todos falam inglês, porque o Doutor fala “Venham” “Vamos lá” ou algo desse tipo em francês Allons’y e não é traduzido pela Tardis. E também vejo alguns fãs brasileiros que nem sabe o que significa a palavra que sempre vê a palavra em outro lugar, acha que é uma referência ao Doutor, como se fosse uma grande coisa, na verdade é só um “Vamos”, o 11º Doutor fala a mesma coisa em inglês “Come Along” e se o Doutor quer conhecer um alonso para dizer Allons’y Alonso porque combina, a encarnação seguinte também combina o mesmo termo para “Come Along, Pond” e na versão brasileira isso é traduzido de acordo com a cena tipo “Venha Pond”, “Vamos”, que é uma coisa comum.

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      • Caraca, não tinha pensado nessa questão do tradutor da Tardis, não faz sentido mesmo kkkkkkkkkkk…agora ficou mais tosco ainda!

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  7. *Acomodada no sofá com pipoca e brigadeiro para uma sessão dupla de DW* Gente alguém mais os mini episódios que tinham na segunda temporada (eles eram sempre relacionados ao que aconteceria no episódio em si)? No do Army Of Ghosts um repórter tenta colocar Torchwood como notícia e sua relação com os fantasmas, mas acaba sendo denunciado pela chefe e mandam ele para uma instituição psiquiátrica. ❤ O que se passa antes de Doomsday é como um plantão de emergência cenas de ataques de cybermans, o governo foi deposto, a apresentadora dizendo para que se alguém estiver ouvindo correr (run, just run) e por fim daleks invadindo a local.
    Antes de mais nada só quando entrei em contato com o fandom eu percebi que a Marta e sua prima eram a mesma atriz, mas em minha defesa eu fiz imediatamente a ligação entre a Toshiko Sato (da série Torchwood) e a mulher que está fazendo exames no porquinho no episódio da primeira temporada Aliens of London (na verdade é exatamente o mesmo personagem). Me lembro que a primeira vez que eu vi o episódio realmente achei que ela fosse morrer, então vi a Jackie agarrando o Doutor e comecei a rir. Infelizmente chegamos em Torchwood e começo a ficar triste de novo, essa Yvone me dá medo (mais do que a fabrica cyberman no prédio). Uma duvida que fiquei assistindo agora é a Rose seguiu o Mickey ou o cientista?
    Achei os fantasmas-cybermans muito simbólicos uma vez que ambos são como ecos daqueles que viveram. Com essa revelação tudo começa a ir para o inferno e quando achamaos que a situação não poderia piorar a esfera se abre e saem daleks.
    Sinceramente, sei que os daleks são maus, são forjados no ódio, etc, mas os acho hilários u.u Talvez eu tenha alguns problemas mas sempre tenho crises de risos com eles, esse bate boca entre vilões foi doce.
    Nesse episódio todos os personagens estão em sua forma, Rose amedrontando saleiros, "the idiot" sendo o salvador da terra, Jackie sendo… bem ela, o Doutor sendo o gênio que sempre esquece um ponto (ciência dos senhores do tempo).
    Na parte da despedida entre mãe e filha eu comecei a chorar e não parei até o final. Tem tanta coisa errada acontecendo nesses últimos minutos do episódio que nem sei por onde começar… Além de quebrar meus sentimentos e ter vontade de destruir aquela maldita parede, sinto sempre um incomodo pelas alavancas (parece errado ela não conseguir puxar, mas conseguir empurrar), como o Pete estava no local certo para agarrar…

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  8. O final para a Rose Tyler é bem triste, mas pra mim foi um alívio.

    Concordo totalmente que mais uma temporada desse chove-não-molha DoctorxRose iria afundar a série.

    Fiquei muitíssimo satisfeita com o final feliz da Jackie e o Pete. Depois de tudo que ela teve que aguentar, nada mais justo que o tempo e espaço permitam que ela tenha uma vida normal com a filha e o marido que não teve a oportunidade de conviver por muito tempo (e rico, dessa vez). Ela até engravida!

    Eu sou do time que o Doctor ama a Rose, como uma amiga especial, alguém que o ajuda a superar a Time War. Interesse amoroso não, até porque ele nunca aparentou se interessar em CONHECER A ROSE. Nesse ponto, ele se ligou muito mais à Donna. A Rose era uma pós-adolescente, sem planejamento ou expectativa nenhuma de futuro. Sem vivência além da escola e da loja. Apareceu a chance e foi, porque não tinha nada que a segurasse. Ela cresceu muito nessas suas temporadas, mas em cima do Doutor. Sem ele, ficou sem chão e voltou ao zero, trabalhando na loja (apesar do Pete ser rico, né, custava pagar uma faculdade para a menina?)

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    • Pela relação entre Doutor/Companion,eu acho a Rose uma amiga um pouco acima do normal em relação a outras companions, mas não consigo ver a história da Rose e sua relação com o Doutor e dizer que a Rose é uma das mais marcantes na vida do Doutor. Por exemplo vejo a relação do Doutor com o Jamie, Sarah Jane muito mais forte do que com a Rose, e não era relacionamento romântico. E para mim o companion (que não chegou a viajar na Tardis) que foi o mais marcante para o Doutor é o Brigadeiro Lethbridge-Stewart, não foi importante para uma encarnação do Doutor, foi importante para todas as encarnações, ele apareceu com o 2º, esteve presente sempre com o 3º, e algumas histórias com o 4º, 5º e 7º. E no final da 6ª Temporada tem o 11º recebendo a noticia da morte do Brigadeiro e ele fica super triste. (No livro Mortalha da Lamentação tem um parte do 11º no velório do Brigadeiro e vê todas as suas encarnações passadas também no velório) e depois na 7ª temporada ele fala como o Brigadeiro foi importante e na 8ª com o 12º Doutor tem a chance de se despedir.

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      • Cara, concordo totalmente, o Brigadeiro foi o companion mais importante do Doutor, porque ele sempre estava lá quando o Doutor precisava. A relação da Rose com o Doutor não foi tão marcante, mesmo (não tanto quanto o Jamie, a Sarah Jane, ou a Jo), mas ela foi extremamente importante para o Doutor, ele tinha acabado de cometer um genocídio, estava muito abalado, e a Rose mostrou que ele não era um monstro e sim um herói. Não gosto de um romance na série, mas se tinha que acontecer, aquele era o momento, como disseram no podcast.

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  9. Acho que a série atual gosta muito desse drama todo em despedidas, a única que teve uma despedida clássico foi a Martha, para se ter uma noção em 26 temporadas só o Adric morreu e o resto foi só um “vou ficar aqui, tchau Doutor” e nunca mais volta (e o Doutor continua viajando com a companion nova que entrou alguns episódios antes) e as regenerações eram rápidas sem tempo para discursos ou explicar o que vai acontecer. Na série atual parece que gostam de ver os fãs sofrerem, se o personagem vai sair terá que ser na pior forma possível.

    Esquecendo a série clássica, para a série nova eu não gostei desse romance do Doutor com uma companion, no podcast falam que isso é novo e diferente do que faziam antes, mas como muitas pessoas só viram a série atual e só depois pode ter ido ver a clássica, não achei o certo colocarem o romance logo na primeira companion da série atual que fica 2 temporadas, depois na 3ª temporada temos novamente uma companion apaixonada, só com a Donna que vemos um relacionamento diferente, para mim deveriam ter começado e acostumar os novos fãs sobre o relacionamento de amizade, irmãos entre o Doutor e companion e lá para frente investir um possível romance.

    E sobre a Donna ter tido a melhor entrada, acho que depende de como assiste a série, se já sabe que ela seria companion na 4ª temporada, acaba sendo uma surpresa mesmo a aparição, mas para a época que o episódio foi ao ar e antes do especial de natal, já se sabia que a personagem só estaria no especial de natal (que vem com o trailer da 3ª temporada) e que a Martha era a nova companion, então acho que a aparição foi uma cena legal, mas acho que não foi tão surpresa.
    para a mim a melhor introdução de foi da Jenna, que na época sabia que entraria no especial de natal e que a personagem se chamaria Clara, e ela aparece 5 episódios antes, com outro nome, sendo um dalek e morrendo.

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  10. Que beleza de podcast!

    Gente, como vocês deixaram passar a piada sensacional do Mickey comparando a briguinha Cybermen x Daleks com o Stephen Hawking brigando com uma secretária eletrônica?

    A música que toca no fim na verdade não é uma variação de Bad Wolf/The Doctor’s Theme, apesar de serem parecidas. A música se chama Doomsday e foi escrita pra aquela cena específica. Aliás, ouçam ela inteira porque é maravilhosa.

    Vou sentir falta do WhoCares nesses quatro meses 😞 espero que vocês descansem bastante e voltem animadérrimos pra continuar. E nem pensem em acabar com o podcast, hein? Estamos de olho em vocês!

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  11. Na minha cabeça eu acho que o Doutor falou. Tanto que a cena só volta pra ele depois. Foi tempo dele dizer e ele ficou atônito por um tempo e aí chorou. Pra mim a hora que volta pra ele dentro da Tardis não foi um corte de onde terminou a mensagem.

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      • Você não captou o que quis dizer Alize xD ahahahah

        Pra mim ele soltou o “eu te amo…” e aí se tocou que a transmissão caiu. Não acho que ele não ia falar. Acho que no final da quarta temporada ele já tinha assentado o sentimento e ele não queria que ela abrisse mão do mãozinha.

        Não que eu realmente ache bom o Doutor falar isso. Mas pra mim ele fez. Porque fez sentido olhando a cena.

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