S02E08e09 – “The Impossible Planet” e “The Satan Pit”

capa s02e08e09

Neste episódio duplo JP, Thales Martins Raphael Salimena fazem uma visita ao Sete Pele, o Mochila de Criança, o Sinteco Gelado:

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28 pensamentos sobre “S02E08e09 – “The Impossible Planet” e “The Satan Pit”

  1. Cara, esses duplos são irados. Acho a roupa de astronauta tão lega que tenho 2 actions do tennant de astronauta e um deles é com essa laranja e a outra vermelha …

    Não curto filme de terror ou suspense mas os episodios de doctor who que tem esse clima são muito envovlentes. acho a forma como toda serie abroda a religiao muito legal … eles sao claramente focados em questionar pontos firmes da sociedade como orientacao sxual e religao mas nunca sendo agressivos e ofensivos ao meu ver.

    acho a atuação do tennant sensacional os oods totalmente aterrorizantes no estilo jason de caminhar lento rs

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  2. São bons episodios, nunca fiquei muito fã, porque levei uns 3 dias para ver, porque o universo estava contra mim, parecia proposital, caiu a luz, fiquei sem internet, no outro dia volta, mas não quer carregar na netlix, ou então em algum momento é o horario x que o bairro vai ter a energia cortada para a empresa de luz e força mexer nos postes…enfim, foi muita persistencia para conseguir ver

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  3. Vcs falaram bst do filme Alien. Outro dia eu estava vendo Alien 3 (eu amo a ten Ripley) e os personagens eram todos presos condenados e tinha um doido bitolado no meio deles no filme. E quem interpretava? o nosso oitavo doutor, com uns olhos arregalados de dar medo. Mas esses eps sao muito bons pra te fz pensar. O demonio realmente existe ou ele eh soh uma ideia plantada pra nos tornar ood em nosso tempo?

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  4. Acho que esse episodio foi o que eu mais demorei a rever.
    A segunda temporada eu vi em uma maratona de fim de semana, essa dupla de episodio começou bem tarde da noite. Então, o confronto com o Demonho seria mais ou menos as 3 da manha. Mas, eu dormi e por algum motivo nunca dei muita bola para esses episódios.

    Nunca estive tão errado a respeito da serie na minha vida.

    E um dos melhores episódios da serie nova. Quando eu vi que o Doutor iria ver o que acontecia no fundo do poço, ligando as possessão do Toby, a crença manipulada dos Ood e, principalmente, o nome do segundo episodio, não imaginei que a serie poderia ir tão longe, Iria contra todos os princípios e crenças que a serie vem cultivando desde sempre. Achei ousada a proposta dos episódios, para uma serie de ficção.

    E uma pena eles estarem no meio duas bombas como “The Idiot’s Lantern” e “Love and Monsters”. E eu queria mais episódios assim atualmente. Imagino o Capaldi em frente ao Demonio. Seria ÉPICO!

    E eu também fiquei imaginando os sobreviventes de saco cheio com a contagem dos mortos na fim do episodio..

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  5. Mais um adendo sobre a Myanna Buring. Em 2009, ela fez um filme chamado “Caçadores de Vampiras Lesbicas”, ao qual no elenco também conta com o James Corden (O Craig, da sexta e sétima temporada, e o único coadjuvante realmente bom da era moffat ha) e com o Paul McGann.

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  6. Esse episódio é um dos meus favoritos da série moderna, na real um dos meus favoritos da série ao todo. Os Ood são um ótimo exemplo do que o T. Davies faz muito bem, te jogar algo que ele só vai explorar mesmo duas temporadas pra frente.

    Algo curioso, no final da primeira temporada de Torchwood o ”grande inimigo” da temporada é referenciado, se a memória não me engana, como o filho dessa criatura ai. Mas em Torchwood eles já exploram mais o lado fantasioso, e mais adulto, mas não vou dar spoilers. A primeira temporada de Torchwood é tipo a terceira de Doctor Who, mas vale a pena.

    Outro ponto que vejo poucas pessoas tocando, a besta é toda machucada e acabada, e como a gente sabe ela pode fugir do corpo e ao longo dos anos a sua lenda é o que inspira várias crenças. O que me faz crer que a besta em si não é corpo do tinhoso, ou mochila de criança no popular. O Thales (foi o Thales né?) interpreta que a criatura é uma interpretação do que nós conhecemos e acreditamos que seja a figura do diabo. Mas pra mim é mais o caso de ser um corpo que ele usou um dia, ferrou ao ponto de ser capturado por uma raça mais desenvolvida em algum ponto e agora quer passar pra outro. Então de fato, talvez o tinhoso não tenha corpo, mas só precise de um para viajar longas distâncias e afetar o universo em grande escala… mas posso tá falando merda, mal pelo comentário enorme.

    Ah, sim. No The Sarah Jane Adventures (tu vicia naquilo se não tomar cuidado) existe uma criatura de pura consciência que quebra as leis da física e química por ser um ser do antigo universo; o universo que existia antes da explosão que criou o nosso, ou seja, na mitologia de Doctor Who a teoria que universos nascem da explosão de universos antigos (o lance de expandir e depois voltar tudo) é considerada verdade. O que quer dizer que é possível que a criatura e os seres que o prenderam fosse do universo antigo, mas a prisão sobreviveu por algum motivo, quem sabe por quebrar leis (o que podia explicar cientificamente-ish a criatura de Torchwood também)… Agora sim, desculpa o mega comentário, faltam amigos whovians pra discutir essas loucuras.

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      • É, o Davies deve ter tirado alguma inspiração da Grande Inteligência . Mas eu sempre imaginei que teria sido legal ver as três séries em um crossover investindo nessa premissa. Quem sabe a explicação pro rosto repetido do Capaldi não envolva alguma consciência do pré-universo?! Afinal segundo o Moffat, a trama por trás disso é ideia do Davies, que ele pretende usar. Fico na esperança.

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  7. Cara, vinheta sensacional!
    Uma curiosidade sobre os OODs, eles foram levemente baseados nos Sensorites, alienígenas que apareceram na primeira temporada do Hartnell, inclusive com um apetrecho grudado neles.

    Aguardando com muito entusiasmo o próximo episódio, o nosso querido Love e Monsters!

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  8. Ei e que crl de sinopse foi aquela??? Meu deus do céu, eu tava ouvindo entre pessoas e tive que me retirar pra poder rir adequadamente kkkkkkkkk…aquilo foi proposital, não é possível! Ah e eu também espera o capetão na vitrine, poxa #xatiada

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  9. Como vocês falaram, esse episódio é bem ousado pra um programa de ficção científica, ele discorre sobre as nossas certezas quando questiona a veracidade das leis da física e ainda remete à religião ao inserir o próprio satã como vilão da história. Acho que é um episódio que tinha tudo pra dar errado, mas acabou se saindo muito bem, e a conclusão dele é ainda mais surpreendente: existiu um demônio e o sobrenatural é o que explica a bizarrice daquele planeta/prisão, além disso, se existe um demônio a gente pode inferir que existe um Deus, pelo menos eu inferi isso. E, cara, tem um momento em que o capeta samba na cara do Doctor e, eu sei que não devia, mas eu vibrei demais kkkk…o Doctor é acostumado a ser tão dono da verdade que as vezes chega a ser desdenhoso, esse 10°, em especial, é MUITO envaidecido. Foi no momento em que ele pergunta pra besta quando ela foi aprisionada.
    “Antes do tempo.”
    “Impossível! Não poderia haver vida então.”
    “Essa é a SUA religião?”
    “É o que eu acredito.”
    “Você não sabe nada!”
    Ele venceu o tinhoso, mas também tomou um belo tapa de luva que eu nunca vou esquecer! E aquele monólogo foi genial, realmente muito teatral, me senti na plateia de um teatro com o Doctor declamando rsrs…sobre a possibilidade de colocar uma voz na besta, acho que isso é muito de confiar no ator, monólogo não é pra qualquer um, confiaram no talento do Tennant e ele não decepcionou!

    OBS: A Rose tá realmente muito esquisita de um jeito engraçado em 90% do episódio, ela solta uma “pérola” atrás da outra, dá a impressão de que ela tá é bêbada.
    OBS2: Acho muito engraçado o Thales Martins, ele repara e se importa muito com os detalhes, e tipo detalhes que as mulheres costumam reparar: cabelo, roupa, pelos no peito…rs

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  10. Que episódio incrível, eu tinha gostado bastante dele da primeira vez que vi, mas agora ficou melhor ainda.
    Eu acho que essa temporada é a mais Moffat da era Davies, ela tem episodios muito bons (School Reunion, The Girl in the Fireplace, esses aqui e o finale), mas também tem episódios horríveis (Idiot’s Lantern, Fear Her), e a temporada fica inconstante (que é uma “característica” da era Moffat, as outras temporadas da era Davies são todas muito boas), vocês estão me fazendo mudar de opinião sobre essa temporada, quem sabe eu também mude na era Matt Smith.
    Eu só discordo quando vocês falaram que The Empty Child/The Doctor Dances não precisava de dois episódios, essa história é perfeita como é, mas isso é porque eu não acho a história cansativa, na verdade eu acho os melhores episódios de toda série atual (por causa do Eccleston, claro)
    A sinopse do Netflix é terrível, o cara que fez isso além de nao conhecer a série, também não sabe inglês.
    Em compensação, a vitrine ficou demais.

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    • Vou discordar de quando vc fala que as temporadas do Moffat são mais inconsistentes do que as do Russel. Eu sinceramente acho elas melhores nesse quesito.

      Eu acho que antes de ‘Dalek’ a primeira temporada era um lixo, com ‘The End of the World’ sendo um episódio decente, mas realmente não salva os outros 4. Acho a 2ª a pior temporada de NuWho. Tudo antes de ‘Human Nature’ na 3ª é forgetable (’42’ é até legal, mas muito esquecível) e tenho raiva do finale. Da 4ª, ‘Partners in Crime’, o two-parter dos Sontarans, ‘The Doctor’s Daughter’ e ‘The Unicorn and the Wasp’ são fraaaaaacos.

      Passando para a era Moffat, na 5ª só não gosto de ‘The Victory of the Daleks’, na 6ª são ‘The Curse of the Black Spot’ e ‘Night Terrors’ e sinceramente não tem nenhum episódio que odeie com raiva e acho completa perda de tempo assistir na 7ª. Sei que o povo odeia ela, mas eu realmente não acho nenhum episódio terrível, acho todos no mínimo divertidos e/ou interessantes. Na 8ª só ‘In the Forest of the Night’ mesmo (‘Kill the Moon’ poderia melhorar com alguns ajustes, mas tem momentos muito bons)

      Tl;dr: Prefiro era Moffat, acho a era RTD mais o que vc falou

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      • Agora é minha vez de discordar de você, hehe. Eu não sou muito fã do Moffat, tenho meus problemas com a era dele (pra que transformar Doctor Who em um conto de fadas?), e eu acho que tudo funciona direitinho na era Davies.

        A primeira é inconsistente? É, um pouco. Depois de dois bons primeiros episódios (sou o único que gosta de Rose), vem os problemas, o episódio com o Dickens é pelo menos uma boa diversão. Agora os episódios com os Slitheens são muito muito muito ruins, mas pra mim o Eccleston carrega nas costas e deixa os episódios assistiveis. Dalek é genial, sem mais. Depois vem mais duas histórias legais, e a perfeição de Empty Child/The Doctor Dances, Boom Town é um bom tapa buraco, e aí vem o melhor finale da série. E além do mais, essa temporada tem uma questão sentimental por ser a única do Orelhinha.

        Revendo a segunda eu estou gostando bastante, tem alguns episódios ruins, mas tem outros muito bons.

        Eu discordo sobre a terceira, os três primeiros episódios (sem contar o especial de Natal) são bem legais, depois as histórias com os Daleks e a do Lazarus me fazem pensar seriamente sobre apagar minha memória. Mas de Human Nature pra frente nenhum episódio é ruim (o finale divide opiniões, eu gosto muito de Utopia e The Sound of Drums, mas em Last of the Time Lords a história desanda).

        Eu acho a quarta perfeita, nenhum episódio ruim, o pior deve ser Unicorn and the Wasp, que é muito legal.

        Agora sobre a era Moffat, eu pego como exemplo a quinta e a sexta. A quinta começa muito bem com Eleventh Hour, aí vem duas histórias horríveis, tem as boas com os Anjos (mas eu sou chato, pra mim os Anjos deveriam ter aparecido só em Blink, eles seriam muito melhores do que são hoje), tem o ruinzinho Vampires of Venice, o ótimo Amy’s Choice, o two-parter dos Silurians é ruim, ai vem dois episódios muito bons e o finale que começa muito bem e termina muito mal.

        A sexta é muito inconsistente, começa muito bem, a história com os piratas é péssima, Doctor’s Wife é genial, o two-parter que segue serve, A Good Man Goes to War é bom, Let’s Kill Hitler não é, Night Terrors é ruinzinho, depois vem duas ótimas histórias, o péssimo Closing Time e o finale mais ou menos.

        Sobre a sétima, eu faço parte do povo que fala mal dela, os únicos episódios que merecem ser revistos são: The Snowmen e Hide.

        Oitava: dane-se se tem episódios ruins, uma coisa é mais importante: TEM O CAPALDI.

        Curtido por 1 pessoa

      • A primeira é minha temporada preferida do RTD, mas não é sem problemas. ‘Rose’ é terrível de tosco, ‘The End of the World’ é legalzinho, mas definitivamente lacked alguma coisa. ‘The Unquiet Dead’ tem um clima de terror gótico legal no começo, mas desanda da metade pra frente MUITO forte. ‘Alien of London’/’World War Three’ é só ruim mesmo. ‘Dalek’ foi o primeiro momento que olhei e falei “Uau, quem sabe eu não errei em começar a assistir essa série”. Foi realmente muito bom. ‘The Long Game’ é ok, ‘Father’s Day’ é muito bom com character piece e tem um bom conteúdo emocional, ‘The Empty Child’/’The Doctor Dances’ é meu episódio preferido do 9º, ‘Boom Town’ é legal e serve muito bem como bottle episode da temporada e ‘Bad Wolf’/’The Parting of the Ways’ é meu final de temporada favorito do RTD (Sim, tem um que eu gosto mais na era Moffat, volto nisso depois)

        A 2ª temporada foi o momento que eu quase larguei a série. ‘The Christmas Invasion’ foi ruim, ‘New Earth’ foi uma das piores ideias que já visto em um episódio de tv, ‘Tooth and Claw’ só a direção salvou mesmo, ‘School Reunion’ foi muito chato (admito que melhora em um rewatch, mas realmente ele depende bastante de uma certa nostalgia pela Sarah Jane). Minha esperança foi reacendida em ‘The Girl in the Fireplace'(melhor episódio da temporada) e ‘Rise of the Cybermen’/’The Age of Steel’, mas o dos cybermen ficou retroativamente pior depois de assistir a série clássica e ver como o conceito deles era muito mais interessante nela. Tem o ‘The Idiot’s Lantern no meio, mas essa falha meio que pode ser overlooked pelo fato que logo em sequência vem ‘The Impossible Planet’/’The Satan Pit’ que foi muito bom, e eu já tava falando “Agora vai” e me tacam ‘Love and Monsters’ e ‘Fear Her’. Depois vem ‘Army of Ghosts’/’Doomsday’, que é um excelente conceito (Cybermen E Daleks invadindo a Terra ao mesmo tempo) arruinado por um péssimo script, diálogo sem sal, esquecimento completo do fato de que os cybermen também deveriam ser uma ameaça e não cannon fodder e minha completa falta de conexão em relação a Rose.

        Na 3ª, eu sofri bastante pra continuar a assistir e meio que continuei porque falaram que o melhor episódio da série (‘Blink’) era nela. ‘The Runaway Bride’ é especial de natal padrão do RTD, ou seja, episódio que é só mais longo e sem nada de especial, que acaba ficando ruim. ‘Smith and Jones’ é toscão, mas admito que dos season openers do RTD acaba sendo o que eu mais gosto. ‘The Shakespeare Code’ é chato, e não vejo nada de especial em ‘Gridlock’. Não é ruim exatamente, mas longe de ser algo que eu goste. ‘Daleks in Manhattan’/’Evolution of the Daleks’ foi MUITO RUIM e só tenho memórias negativas desse episódio, e depois de ver ‘The Evil of the Daleks’, que é basicamente esse episódio feito direito, fiquei com mais raiva ainda. ‘The Lazarus Experiment’ é outro episódio que está muito mal nos meus rankings. ’42’ não foi ruim, foi até legal, mas é esquecível para *******. Nada de muito especial acontece. ‘Human Nature’/’The Family of Blood’ foi absurdamente foda e ‘Blink’ se tornou meu episódio preferido após assistí-lo, status que manteve até a 5ª temporada. ‘Utopia’ (me recuso a considerá-lo parte do finale, ele é muito melhor que aquela porcaria) foi muito bom e eu tinha grandes esperanças, até ‘The Sound of Drums’/’The Last of the the Timelords’. A primeira parte nem é tão ruim, mas a segunda… aquilo é nojento. É a PIOR RESOLUÇÃO DE UM EPISÓDIO ATÉ HOJE. Tenho raiva daquilo.

        Na 4ª temos uma melhora. ‘The Voyage of the Damned’ não é bom, mas dos especiais de Natal do RTD é o melhorzinho. Já ‘Partners in Crime’ é outro episódio besta. De novo o season opener é péssimo. ‘The Fires of Pompeii’ já é uma melhora considerável, assim como ‘Planet of the Ood’. Mas, novamente, temos o clássico “episódio ruim da temporada”: ‘The Sontaran Stratagem’/ ‘The Poison Sky’, história de invasão GENERICASSA, sem a menor originalidade e que termina de maneira muito ruim. O moleque ‘gênio’ também me irrita. ‘The Doctor’s Daughter’ não melhora muito as coisas não, nem ‘The Unicorn and the Wasp’. Obviamente Moffat me agracia de novo com meu episódio preferido da temporada, ‘The Silence in the Library’/’Forest of the Dead’. Depois vem ‘Midnight’, que é a melhor coisa que o RTD já escreveu, ponto. ‘Turn Left também foi muito bom, mas o final de temporada… ‘The Stolen Earth’/’Journey’s End’ me deixou com um gosto ruim na boca. Não desceu. Daleks no finale de novo, não curti o Davros, despedida da Donna desperdiçou muito potencial, solução besta e completamente asspull… Indo pros especiais, “The Next Doctor’: ruim; ‘The Planet of the Dead’: bem ruim; ‘The Waters of Mars’: muito bom; ‘The End of Time’: minha irritação com esse episódio vai muito além do que eu posso explicar em u comentário como esse.

        Então chega a 5ª temporada. OOOOOHHHHHHHHHH. ‘The Eleventh Hour’=melhor episódio de introdução de um Doctor. ‘The Beast Below’ tem falhas? Tem, claro que tem. Definitivamente não é o melhor do Moffat, mas há muito o que ser elogiado nele, e disso não abro mão. ‘The Victory of the Daleks’ é o único episódio dessa temporada que eu não gosto, mas considero ele um mal necessário. Explico: já tava me irritando que todo final de temporada o RTD chegava e tirava uma explicação do nada para o porque que os Daleks sobreviveram. Esse é o episódio que coloca os Daleks de novo em uma posição de poder para que eles voltem quando o showrunner quiser sem o problema de “Eles foram extintos, como eu faço para que eles ainda estejam vivos?”. Acho que ‘The Time of Angels’/’Flesh and Stone’ recebe hate demais pelo simples fato de ‘Não é Blink, odeio’ e as pessoas não vêem ele pelo o que ele é: um episódio muito bom e bem escrito, com um final extremamente coerente e que avança o plot das rachaduras (Aliás, o fato de que existe de fato um arco sendo desenvolvido e não palavras soltas que no fim significam alguma coisa é um dos motivos de eu gostar mais do Moffat). ‘The Vampires of Venice’ é algo que eu gosto quando Doctor Who faz de vez em quando: algo pra rir, sem muito comprometimento e algo pra pensar(no caso, o Doctor cometendo genocídio de uma espécie que estava apenas querendo sobreviver) ao mesmo tempo. Also, Rory. Amy’s Choice é foda, sem mais. ‘The Hungry Earth’/’Cold Blood’ é uma versão pior de ‘The Silurians’, mas acho que existem coisas que o episódio faz e faz muito bem. Por exemplo, até hoje a cena do menino rejeitando a própria mãe por ela ter matado a Silurian, ainda mais quando ela fez isso por estar preocupada com ele é uma cena muito legal. Existem coisas muito legais no episódio, basta não olhar demais para alguns defeitos que de fato existem. ‘Vincent and the Doctor’ não precisa nem ser mencionado, e ‘The Lodger’ é um episódio no qual eu ri demais. ‘The Pandorica Opens’/’The Big Bang’!!!!! Meu episódio favorito até a 8ª!!!! Eu não tenho reclamações com esse episódio. Começa de uma maneira muito legal, tem uma virada espetacular e um cliffhanger foda no fim do primeiro episódio, e uma resolução que faz completo sentido com tudo o que vimos durante a temporada e no episódio. ALSO, RORY!!!!

        A 6ª é um caso complicado. Eu não gosto tanto do arco dela, mas tem tanto episódio bom… ‘A Chritmas Carol’ faz parte do meu top5 e ‘The Impossible Astronaut’/’Day of the Moon’ é muito bom mesmo. ‘The Curse of the Black Spot’ é terrível e o pior episódio do Matt, mas é seguido imediatamente por ‘The Doctor’s Wife’, que é maravilhoso. ‘The Rebel Flesh’/’The Almost People’ não é perfeito, mas é bom. Pessoalmente considero ‘A Good Man Goes to War’ e ‘Let’s Kill Hitler’ um two-parter, e acho os dois episódios muito bons. o humos de LKH simplesmente funciona comigo. ‘Night Terrors’ é outro episódio bem ruim, mas ‘The Girl Who Waited’ e ‘The God Complex’ mais do que compensam. ‘Closing Time’ é engraçado e divertido, mas é power of love vencendo os cybermen de novo, mas isso já dixou de ser novidade faz tempo, então já nem liguei. Não tenho tantos problemas com ‘The Weddig of River Song’ como a maioria aparenta ter, só acho meio fraco emocionalmente falando, mas gosto bastante do conceito do episódio (todo o tempo se quebrando e acontecendo junto) e não acho a resolução tirada do nada, o que sempre é um plus.

        Quanto a 7ª, já falei que não odeio nenhum episódio e que todos me divertiram ou me interessaram. Só que quase nenhum foi mind-blowingly good, então ela cai no meu conceito. Meu maior problema com essa temporada é ‘The Doctor, the Widow and the Wardrobe’, mas mesmo esse episódio que é o pior dessa pra mim tem partes que eu gosto bastante, como a parte da casa antes deles irem pro planeta lá. Se fosse só isso com o Matt tentando interagir com a família como um zelador normal teria sido um especial genial. ‘Asylum of the Daleks’ é um começo de temporada muito bom mesmo. ‘Dinosaurs on a Spaceship’ é um episódio divertido até o finalzinho, onde tem a cena do Doctor praticamente assassinando o Solomon que é um momento muito tenso. ‘A Town Called Mercy’ cresceu em mim com o tempo e agora acho ele uma exploração legal de gray morality e de que até que ponto ter misericórdia de alguém que fez o mal é algo positivo. ‘The Power of Three’ é um episódio bem legal até o fim, quando tiram uma solução boba do nada, mas o conceito de uma invasão daquela maneira é bom demais e executado de maneira boa até quase o fim já s˜åo motivos para que eu goste do episódio. ‘The Angels Take Manhattan’ é a melhor despedida de companion de NuWho. ‘The Snowmen’ é outro especial de natal muito bom do Moff. Sou gosto bastante até de ‘The Bells of St John’, ‘Hide’ e ‘The Name of the Doctor’, e me diverti bastante assistindo ‘The Crinsom Horror’ e ‘Cold War’ (que tem uma estética base under siege que gostei bastante enquanto assistia o Troughton). Eu gostei do tour em ‘Journey to the Centre of the TARDIS’, teve várias coisas bem legais e sou bem indiferente com reação aos irmãos. Só o final ser um botão de reset que me irrita um pouco, mas não é tão relevante no geral. ‘The Rings of Akhaten’ tem uma estética alienígena muito legal, tem bastante coisa que pode sim ser aproveitada nele, mas o final da folha acaba sendo underwhelming. ‘Nightmare in Silver’ é um caso interessante. A melhor coisa do episódio inteiro não tem nada a ver com o roteiro, mas com os atores que estão contracenando. Mais especificamente, O ator que está contracenando consigo mesmo. Eu absolutamente adoro a cena do Matt dando uma de Gollum e tendo aquelas viradas de personalidade. Pra mim é o ápice da atuação dele na série, e a performance mais accomplished dele. É muito bom. Eu gosto muito desse episódio só por causa do Matt. Entrando nos especiais, ‘The Day of the Doctor’ é só perfeito mesmo e pessoalmente, gosto de ‘The Time of the Doctor’, ainda que entenda quem não.

        8ª temporada foi linda, ‘Deep Breath’ foi uma boa apresentação ao Capaldi, ‘Into the Dalek’ foi bem legal, ‘Robot of Sherwood’ foi muito divertido de assistir, apesar do final estúpido, ‘Listen’ se transformou instantaneamente no meu episódio preferido, ‘Time Heist’ foi outro episódio bem legal, ‘The Caretaker’ também foi muito divertido, ‘Kill the Moon’ teve seus problemas, mas também tem suas qualidades, ‘Mummy on the Orient Express’ foi outro foda, ‘Flatline’ idem. ‘In the Forest of the Night’ foi o único ruim da temporada, mas como foi seguido por ‘Dark Water’/’Death in Heaven’, que foi muito legal no geral, estou disposto a perdoá-lo. Also, Missy

        Com ‘Last Christmas’, estou com espectativas bem altas para a 9ª temporada. Let’s Hope and Pray

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      • Cara, é muito interessante como as opiniões são tão diferentes, eu amo a primeira temporada e amo ainda mais a quarta, e a quinta que eu acho uma temporada ok, você adora, mas a sétima eu odeio com todas minhas forças e vou dizer o porquê:

        The Doctor, the Widow and the Wardrobe é o pior especial de Natal de todos, aquilo é muito ruim (consegue ser pior que Voyage of the Damned). Asylum of the Daleks é legal, uma história de Daleks bem diferente. Dinosaurs on a Spaceship é bem ruinzinho. A Town Called Mercy é péssimo e The Power of Three é uma ideia muito boa, mas mal executada. The Angels Take Manhattan eu acho que é a pior despedida de companion da série nova (da clássica com certeza é a da Dodo, que péssima saída), não faz nenhum sentido o episódio, por que a Amy e o Rory não vão pra outra cidade, escrevem no livro a cidade e o ano e reencontram o Doutor? The Snowmen é muito bom. The Bells of Saint John é chatinho. Rings of Akhaten não tem nada demais (menos a música, aquilo é espetacular). Cold War é bom, até mostrar o Ice Warrior fora da armadura, depois fica ruim. Hide é a única história que presta na segunda parte, é muito boa. Jouney to the Centre of the TARDIS é horrível, o episódio é chato, os irmãos são ridículos, e tem uma das piores soluções de episódios da história (junto com o rejuvenescimento do Doutor em Last of the Time Lords e o reboot no universo em The Big Bang). The Crimson Horror também é péssimo. Nightmare in Silver tinha tudo pra ser bom, mas não é e eu tenho a sensação que o finale são 45 minutos desperdiçados só pra mostrar a última (espero) cena da River e o John Hurt.

        Agora uns outros pontos que eu concordo ou não:

        – Nunca me passou pela cabeça parar de assistir a série na segunda temporada, mas eu assisti a sexta e 10 minutos depois não lembrava de mais nada sobre ela (isso não é uma piada com o Silence, é verdade mesmo).

        – Sua relação com The End of the Time é igual a minha com The Time of the Doctor, em compensação eu adoro End of the Time, mas meu episódio (episódios no caso) de regeneração favorito é Bad Wolf/The Parting of the Ways (na clássica é Caves of Androzani de longe).

        – Eu discordo que Voyage of the Damned é o melhor especial do RTD, na verdade pra mim é o pior, o melhor de todos é A Christmas Carol, seguido de perto por Last Christmas.

        – Eu gosto de todos episódios da quarta, o two-parter dos Sontarans não tem nada demais, mas não atrapalha. The Doctor’s Daughter é bem divertido e a ideia de uma filha pro Doutor é ótima, The Unicorn and the Wasp é o pior da temporada e mesmo assim é bom. E de Silence in the Library pra frente todos episódios são ótimos (incluindo meu preferido da época do Tennant, Turn Left, que com certeza entraria na minha lista de melhores episódios da história da série.

        – Eu não gostava de Rose, depois eu vi os ótimos arcos dos Autons na clássica, reassisti Rose e adorei.

        -Eu não gosto dos finales do Moffat, se eu tivesse que lista-los, seria assim:

        1- Bad Wolf/The Parting of the Ways
        2- Army of the Ghosts/Doomsday
        3- The Stolen Planet/Journey’s End
        4- Dark Water/Death in Heaven
        5- Utopia/The Sound of Drums/The Last of the Time Lords (só está tão as alto por causa dos dois primeiros).
        6- The Pandorica Opens/The Big Bang
        7- The Name of the Doctor
        8- The Wedding of River Song

        Da pra perceber que eu tenho um pouco de birra com o Matt?

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  11. Esses dois episódios são incríveis, além do clima tenso, o Doutor faz diversos questionamentos sobre ele mesmo, tem até o contraponto de que no começo do primeiro episódio ele tá rindo do perigo, mas quando ele vai pular no abismo ele diz “Eu estou velho demais.”.

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