S02E05e06 – “Rise of the Cybermen” e “The Age of Steel”

capa s02e05e06

No episódio dessa semana JP, Thales MartinsRaphael Salimena e o convidado Bruno Portella enfrentam homens de lata e se despedem de seu novo herói:

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Enquete: o que você achou dos episódios “Rise of the Cybermen” e “The Age of Steel”? Dê sua nota!

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35 pensamentos sobre “S02E05e06 – “Rise of the Cybermen” e “The Age of Steel”

  1. acho o conceito dos cybermen muito legal apesar de que nesta nova história fique meio bobo, mas eu curto tanto universos paralelos que acho a inserção dele no seriado muito bom ate pq depois se torna algo muito maior.

    rose esta muito chata mas ainda acho que mandou muito bem. o doctor eta soltinho no papel ja. tennat é o cara.

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  2. Meu maior problema com o Mickey são as caretas no estilo o Júnior filho do Michael Kyle do “Eu, a patroa e as crianças”. E sua versão “badass” faz caretas ainda piores.

    E quanto a diga de Fringe… Me desanimou que a série leva cinco temporadas pra resolver o que em Doctor Who resolve em um episódio duplo. 😛

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  3. Devo admitir que quando comecei a ouvir o podcast, já tinha assistido a série inteira e ficava meio nostálgico lembrando de várias madrugadas vendo episódio de Doctor Who e vendo o amanhecer. Gostei muito desse episódio, digo do podcast. É o melhor até agora das duas temporadas, muito informativo e divertido. Parabéns pelo ótimo trabalho. A diferença desse é que como eram dois e eu não lembrava muito bem. Revi com outros olhos, tentando reparar nos defeitos, nos significados mais profundos e pra mim foi um episódio muito melhor do que a primeira vez. Obrigado pelo incentivo e me fazer pensar um pouco ao invés de engolir um episódio sem digeri-lo. Um abraço de um fã, fiquem na paz
    p.s. Também não percebi o CG zoado da cena Ricky-Mickey. #tamojuntoSalimenta

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  4. Nunca achei os Cybermen na série nova vilões particularmente bons, todos os episódios dele são mais ou menos (na série clássica é diferente. The Tomb of the Cybermen é um dos melhores episódios da clássica, e The Invasion ainda é um dos melhores do Troughton).

    Eu também acho o conceito deles na série clássica melhor. Nela, não é um cientista maluco que converte todo mundo. São pessoas que por vontade própria vão fazendo upgrades no próprio corpo pra evitar a morte e se tornam mais robóticos do que humanos. É um conceito muito mais unsettling.

    Acho o episódio marromenos, mas um dos mais decentezinhos em uma temporada fraca

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      • Os Cybermen na atual são fracos mesmo, mas com certeza esses episódios são os melhores episódios deles na série nova. Na clássica eles são ótimos, Tomb of the Cybermen é um dos melhores episódios já feitos em Doctor Who, além de Tenth Planet (principalmente pela regeneração), Moonbase e Earthshock serem muito bons. Só uma coisinha, no audio Spare Parts (que é sensacional), onde é mostrado o inicio dos Cybermen tem uma cientista que é a criadora deles em Mondas, ela não igual o Lumic, ela fez aquilo para o povo dela não morrer, o Lumic é mais parecido com o Davros, mas claro os audios nunca foram considerados cânon pela série, então não é uma história confirmada, mas eu considero como cânon.

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      • Exatamente. Pra mim, um povo que não quer morrer e abandona a própria humanidade em prol de uma vida mais longa é um conceito muito mais perturbador do que ‘cientista maluco transforma geral em ciborgs sem emoção’.

        Esse é um episódio que até gostei quando assisti da primeira vez, mas foi retroativamente piorado quando vi os Cybermen da clássica. Depois deles eu passei a ver esse episódio como que reimagina um conceito muito foda de maneira mais fraca, o que faz com que ele perca pontos comigo

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      • Sim, é bem mais macabro, mas no próprio audio a criadora não quer que os Cybermen continuem, mas eles voltam e matam todo mundo (literalmente), a criatura se torna mais forte que o criador.

        Eu acho o episódio muito bom, não é tão bom quanto os melhores arcos com Cybermen na clássica, mas é a melhor historia feita só com Cybermen na atual, e isso da alguns pontos pros episódios, por que se você for ver, The Next Doctor é uma história bem mais ou menos, Closing Time é uma das piores episódios da série nova, e Nightmare in Silver não tem nada de mais, e infelizmente em outros episódios os Cybermen aparecem como vilões secundários. Eu tenho a sensação que hoje em dia os escritores jogam os Cybermen pra escanteio e se vão fazer episódios com vilões clássicos é sempre com os Daleks.

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  5. Adoro como o podcast sempre deixa o episodio mais divertido!!! parabéns pelo trabalho!!

    e só para comentar rapidinho eu tenho uma amiga que é fã de filmes antigos e o favorito dela é casablanca E assim que vcs falaram na trivia só pensei q ela tinha conseguido ver a referencia e conversando com ela, que por “acaso” sabia as ultimas falas de casablanca, já tinha pego essa do filme e aviso de mais algumas na fase do matt smith

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  6. Tive que rever os episódios, porque sinceramente, eu não lembrava absolutamente nada dele. Quando eu assisti na primeira vez, eu apenas vi um episodio do Doutor e a Rose contra os Cybermen. Nunca vi o episodio como um episodio do Mickey em si. Acho que com o passar do tempo, a serie nos levou a acreditar que no fim das contas, o Mickey não era importante para a serie. Isso ate eles darem um tapa na nossa cara em “School Reunion”, mostrando um Mickey mais “astuto” (na falta de uma palavra melhor), culminando nele salvando um planeta inteiro e se colocando a disposição para ajudar a destruir mais ameaças. Achei um “final” digno para o personagem.

    E Noel Clark e um cara legal, o Instagram dele e bem legal e vira e mexe o cara tira uma ou outra Selfie com atores da serie. E o que dizem, você sai de Doctor Who, mas Doctor Who não sai de você. E uma coisa Eterna!!

    Particularmente, achei o Dr. Lumic MUITO caricato!! Não sei se foi proposital ou outra coisa, mas me parecia que a ideia inicial era mostrar ele um cara frio, como suas criações. Mas acho que erraram no tom, ficou bem exagerado mesmo. No entanto, e a minha unica reclamação do episodio. TUDO muito sensacional, desde a atuação, química entre os personagens. Tudo muito legal mesmo.

    Quanto à falha na TARDIS, ela saiu do vortex temporal e “morreu” por conta do “combustível” mesmo, não o contrario. Também achava que ela tinha quebrado e vazado fora do vortex temporal.

    Se não me engano, um dos Doutores que mais navegou entre universos foi o 8º em suas HQs e Audiodramas. Mas não sei dizer. O que eu sei e que, no reinicio da serie, o Russel T. Davis resolveu fazer um limpa, implantando a Time War e uma das coisas jogadas pra debaixo do tapete foram exatamente as viagens extra-dimensionais. Eu acho uma pena, particularmente adoro a ideia de Universos Paralelos. Ate verei Fringe.

    Enfim, ótimos episódios, otimo Whocarespod. No aguardo do próximo, o “maravilhoso” The Idiot’s Lantern, do “incrível” Mark Gatiss.

    Abraços.

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  7. Essa foi uma das poucas vezes que realmente me deu vontade de reassistir algum episódio de DW.

    Sobre estes… Meu marido foi quem me apresentou a série e, assim que começou a temporada, o questionei sobre quando a Rose sairia da série. Não conhecia o esquema de troca de companions e tudo mais. Tamanha foi minha decepção ao ver que a Rose NÃO saiu no The Age of Steel e ainda precisaria aguentar mais episódios ansiosamente.

    Uma ótima “despedida” do meu querido Mickey, provando que não é apenas o cachorro de lata da “turminha”. Ele cresceu, ficou mais corajoso, superou a inveja que sentia do Doctor, ainda ganhou novos amigos e parou de orbitar a Rose.

    A reação do Pete Tyler foi muito mais humana do que eu imaginaria em uma série infantil. Num momento em que seu mundo foi quase dominado, perdeu sua amada esposa de pelo menos vinte anos de casamento; aceitar que uma estranha que fez bico de garçonete na sua festa é sua filha em uma realidade paralela (onde você morreu há anos e não fez parte da vida dela) é demais pra um homem só. Seria cliché demais e remeteria mais ainda ao Father’s Day.

    Concordo totalmente que o Eccleston fez muita falta nessa hora. Não que o Tennant seja ruim, mas o Eccleston conseguiu criar uma dramaticidade pro Doctor em apenas uma temporada que o Tennant só conseguiu nos especiais entre a quarta e a quinta (claro que isso é minha opinião de merda).

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  8. Uma versão interessante sobre a origem dos Cybermans, foi feita pelo Grant Morrison em uma hq com o sexto doutor. [SPOILERS A PARTIR DAQUI] Segundo ele, os Voords (Que apareceram no arco The Key of Marinus, com o primeiro Doutor), conseguem acelerar a sua própria evolução (e consequentemente o planeta), até se transformarem nos Cybermans e o planeta em Mondas. Quando o Doutor descobre isso, logicamente quer exterminar o mal pela raiz, mas é impedido pelos Timelords, ao qual revelam que em algum ponto do futuro, os Cybermans se tornarão seres iluminados, a raça que trará harmonia para a galaxia. O que seria a perda de milhões de vidas através do tempo, quando a longo prazo seria uma benção ao universo? E de quebra ainda mostra o que aconteceu com o companion Jaime, do segundo doutor, uma leitura interessante. FIM DOS SPOILERS.

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  9. O Russell, deu a entender que os Cybermen de Mondas foram todos destruídos na guerra do tempo. Mas o Mofatt, cagou pra tudo que supostamente tinha rolado na Guerra do Tempo (Eu queria ver a tal Criança do pesadelo, O Quase Rei e seus exércitos de Enquantos e Meio-Tempos).
    Então os Cybermen atuais não são os mesmos da série clássica.

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    • Acho que os Cybermen atuais (oitava temporada) tem ligação direta com o episodio “Nightmare In Silver”, onde um restolho de um Cyberman e alguns Cybermats deram um Upgrade nos restos de antigos Cyberman e reviveram um grande exercito.

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      • Sim. Acho que todos os Cybermen da série atual vieram desses dois episódios da segunda temporada.
        E Cybermen, originais foram destruídos na guerra do tempo.
        Na fase do Russell quando citam a Time War, dão a entender que não era uma guerra só entre Time Lords e Daleks, mas tinham muitas outras raças envolvidas, e, os Cybermen eram uma delas.
        Outra que os Cybermen de Mondas, eram humanos que aos poucos foram substituindo seus órgãos por componentes mecânicos. Até que chegou um ponto em que só o célebro (como diria Ikki de Fênix) era mantido.

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  10. Não dou muita coisa por esse episódio, mas isso porque eu nunca curti os cybermen, os episódios com eles são sempre mornos pra mim. Sobre o Mickey, não sou fã dele, reconheço que ele teve sua redenção, mas acho que a série já malhou tanto o coitado que isso ficou impregnado nele, quando olho pro rapaz só consigo ver a cara de um zero à esquerda. Por outro lado, defendendo o moço, os diálogos dele, especialmente os que ele tem com a Rose, me chamam a atenção, ele é bem sincero, inteligente e até generoso, eu costumo dar razão para o que ele diz.

    OBS: Ai o 9º Doctor é meu favorito, sempre que vocês o citam meu coração chora rs.

    OBS: Sobre o Roger Lloyd-Pack, o ator morreu recentemente. Vítima de um câncer (no pâncreas, se me lembro bem).

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  11. Muito bom o episódio do podcast!

    Eu sempre gostei desses episódios e lembro de ter achado que o Rick tinha alguma coisa com o amigo dele mesmo, vocês confirmaram. Ai fica a pergunta: Se o Rick era um outro lado do Mick… Lembramos daquele abraço com o Capitão Jack… Será que a Martha Jones não se deu bem ao final?????????? Será que o Mick dançou com o amigo do Rick??????

    Incrível como eles acertaram na questão dos upgrades. Os Cybermen foram uma crítica a possibilidade do ser humano perder sua humanidade com implantes tecnológicos e tudo mais, num planeta gêmeo a Terra e, agora, em um mundo paralelo ao nosso.

    O legal que o termo Cyborg surge no ano de 1960 e divulgado amplamente num livro lançado em 1965. Os cybermen surgem em Doctor Who no ano de 1966… Muito rápida a reflexão.

    Sobre ir a mundos paralelos na série clássica, era mais fácil para o Doutor ir a outros universos mesmo, como quando o Primeiro enfrentou o Celestial Toy Maker, o Quarto no Pyramids of Mars, é aconselhado perla Sarah jane a fugir pois morreria enfrentando aquele vilão, eis que o Doutor vira para e diz: “Então nós não vamos enfrentá-lo”, mexe na Tardis e vai para a realidade em que fugiram e veem a Terra toda destruída e diz a ela: “essa é a realidade que fugimos… Por isso vamos enfrentá-lo”. Também ia ao universo negativo, com coordenadas negativas. Na série atual não tem nada disso, ficou mais difícil mesmo.

    Fiquei pensando se tivessem apostado em que essa realidade alternativa existe pela interferência do Doutor no passado… Neste caso, talvez a própria Rose não existe e seria um episódio meio “De Volta para o Futuro”

    Tudo de bom a todos!

    Tiago

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  12. Nossa cara, eu não lembrava desse episódio ser tão bom, eu meio que sempre menosprezei ele por ser de Cyberman tals, mas realmente ele é muito mais que isso. O episódio é muito sobre o desenvolvimento de personagem do Mickey. Depois do podcast, ele cresceu muito pra mim. Também curti pra caramba a trilha sonora e a menção ao Humberto do falecido mimimi ❤ (será que o Salimena sabe responder quando volta?).

    PS: Vitrines estão ficando muito fodas, parabéns Salimena.

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  13. Ótimo podcast para dois ótimos episódios, eu nem lembrava que eles eram tão bons, eu também não gosto do design desses Cybermen, prefiro bem mais os da clássica (adoro a primeira versão deles), sobre o Doutor já ter ido para um universo paralelo, aconteceu no arco Inferno do terceiro Doutor (é muito bom esse arco). E por favor, usem a sinopse do Netflix no episódio The Satan Pit, é muito muito muito mal feita.

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  14. Valeu!!!! Ótimo podcast!!!
    Neste eposódio Helen Griffin que interpreta a Mrs. Moore é galesa!!! E ganhou o Bafta Cymru (o BAFTA galês!!!!). Outra atriz galesa é a Eve Myles, a Gwyneth do episódio do Dickens e Gwen de Torchwood, também ganhou o Bafta Cymru! Gales existe!!!!
    E também adorei “The Edge of the Destruction”! Eles foram para antes do Big Bang e a Tardis é reconhecido como um ser vivente e inteligente!!! Isso é moderno paca……..

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  15. Não ouvi ainda o episódio, mas tenho que parar aqui um momentinho para parabenizar o Salimena pela vitrine, acaba de vencer a de “tooth and claw” como minha preferida!

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