Spoilers, Sweetie! S08E09 – Flatline

FLATLINE

You are a good dalek, Doctor. You are an excellent Doctor, Clara.

Episódio nove, pessoal. Quem me acompanhou até aqui sabe que eu sou uma grande fã da temporada, e que penso que o início da era Capaldi está superando todas as minhas expectativas – que andavam baixas, é bem verdade, já que eu acho a sétima bastante medíocre e irregular, à exceção do especial de 50 anos. Há vários motivos que me fazem elogiar os episódios que vimos até agora, mas o principal talvez seja o desenvolvimento de personagens; especialmente a Clara, mas também um novo Doutor que não sabia ao certo quem era, ou o que queria fazer. O arco de crescimento de ambos, e como as visões sobre o outro se expandiram de episódio para episódio faz com que o mistério da Missy, supostamente um arco maior, quase pareça uma bobagem: a grande história aqui dá conta de motivações, códigos morais, senso de dever, definição de papéis. Quem foi o Doutor nos últimos dois mil anos. Quem será o Doutor daqui para frente. E qual o verdadeiro papel que um companion representa na vida do Doutor. Viajar na TARDIS é o tipo de coisa que pode modificar completamente um homem, disse o Perkins, justificando sua recusa. É tentador, claro Mas qual o tamanho do estrago? Compensa?

No episódio dessa semana a grande discussão além-plot gira em torno desses papéis que estão por aí há 50 anos e contando. Flatline é um veículo de discussão para o arquétipo em que se transformou a figura do Doutor, mas eu chego lá. Na trama, o Doutor estava a ponto de deixar a Clara novamente no “mundo real” quando eles percebem que a entrada da TARDIS havia diminuído –  a nave estava ainda menor por fora, definitivamente. Enquanto Clara vai investigar o que poderia estar sugando energia da TARDIS nas redondezas, o Doutor acaba ficando prisioneiro das dimensões externas da cabine, e passa a maior parte do episódio auxiliando a Doutora do dia, Clara Oswald. Ok, a estratégia é manjada: é um daqueles episódios em que se economiza um dos atores principais (ou ambos) para adiantar o cronograma das gravações, vide Blink, Midnight, Turn Left, Love and Monsters, The Lodger e Closing Time. Mas Flatline encaixa a restrição orçamentária da BBC no clima da temporada como nenhum outro.

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Ao entregar a chave de fenda sônica para a Clara – o símbolo principal do “cargo” de Doutor – ela começa a agir como ele e adotar seu nome. Primeiro para sacaneá-lo; depois porque as circunstâncias assim o exigem. É preciso que alguém investigue o sumiço das pessoas, descubra e combata o que quer que seja que está saindo das paredes para dissecar seres humanos. E, para solucionar o mistério do dia, Clara terá que jogar de acordo com a regras do que é ser o Doutor. É preciso encontrar um companion com “conhecimento local”, papel que será atribuído ao jovem grafiteiro Rigsy. Também será preciso mentir: o Doutor Mente, Clara Oswald também – como pudemos perceber na ligação do Danny. Assim como será necessário tomar a dianteira e virar líder de um grupo assustado, a fim de zelar pela segurança deles o melhor que puder – mesmo sabendo que terá também de lidar com as baixas que não pode evitar. Ser o Doutor é salvar o dia, mas não é garantia de salvar todas as pessoas o tempo todo. Nem tudo se conserta com a fita de cabelo que substitui o quase sacrifício (idiota) de Rigsy no metrô. E é, por fim, usar os poderes do adversário (bem como os talentos do companion) contra eles mesmos.

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Vamos parar um pouco o progresso da ideia e gastar um parágrafo apenas para a apreciação do monstro da semana. Que conceito! É o tipo de coisa com a qual provavelmente os roteiristas de Twilight Zone sonharam mas não tinham tecnologia para filmar. A ideia de seres de duas dimensões se alimentando das três dimensões do nosso universo já é boa por si, mas (eu jamais pensei que fosse empregar essa frase para Doctor Who, mas aqui vai) o bom uso dos efeitos especiais potencializou a experiência. A cena dentro do apartamento com Clara e Rigsy em que os móveis da sala são dissecados, perdendo as dimensões, é verdadeiramente angustiante. Assim como o que quer que seja que está correndo pelas paredes, os grafites se mexendo e, por fim, as criaturas aprendendo a existir em três dimensões naquela representação pixelizada BIZARRÍSSIMA, Doctor Who não era seriado de criança, que tipo de criança? 

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 Os monólogos desempenham diversas funções em Doctor Who. Podem servir apenas para o Doutor se exibir e ganhar tempo, como o de The Pandorica Opens, para emocionar e comover uma entidade antiga, como em The Rings of Akhaten, para ameaçar oponentes, como em The Eleventh Hour, ou adquirir o caráter profético de Kill The Moon. Também podem ser puramente emocionais e celebratórios, como o de The Doctor Dances. Ou servir para demonstrar o monstro que o Doutor se tornou em The Waters of Mars.  O monólogo final de Flatline é, no entanto, diferente de todos os outros, e supremo ao englobar a ideia crescente da temporada. O Doutor começa o discurso ainda na TARDIS se dirigindo aos monstros no alto falante, mas é evidente que o interlocutor é o que menos importa, ele está tentando se consolar e assumir sem culpa o papel que representa na história maior. Angustiado, o Doutor diz para si mesmo: “eu preciso que vocês se lembrem disso. Eu tentei alcançá-los, eu tentei entendê-los,  mas eu acho que vocês nos entendem perfeitamente. Eu não sei se vocês estão aqui para se infiltrar, invadir ou tomar nosso lugar, mas isso não importa agora, PORQUE VOCÊS SÃO MONSTROS. Esse é o papel que vocês parecem determinados a representar, então eu preciso representar o meu: O HOMEM QUE DETÉM OS MONSTROS.”

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Tomado pela raiva, o Doutor sai da TARDIS decidido. Comparem com a primeira saída do Capaldi, em Deep Breath, completamente perdido e desorientado. Não foi apenas culpa da energia da regeneração: essa encarnação percorreu um longo caminho até ficar confiante dentro do próprio corpo. E aí ele parte para o confronto direto com os monstros. “Estou mandando vocês de volta para a dimensão de vocês. Quem sabe? Talvez alguns de vocês sobrevivam à viagem e, se o fizerem, lembrem-se: vocês não são bem-vindos aqui. Esse planeta é protegido. EU SOU O DOUTOR!” Ele então recebe a chave de fenda sônica de volta e nomeia a raça como The Boneless (os sem-ossos).

Mas essa consciência de si tem um preço, é claro. “Várias pessoas morreram e talvez pessoas erradas tenham sobrevivido.” Ter observado a Clara durante toda a aventura dá a ele uma compreensão muito grande do papel que decidiu aceitar de bom grado, mas que acaba por corromper também as pessoas com as quais viaja. Clara tenta contemporizar as mortes de efeito colateral, coisa que ela não faria se não estivesse no comando, como esteve. “Mas nós salvamos o mundo.”. Sim, “você salvou o mundo”, mas e aquele papo de que cada vida é importante? Ser o Doutor é aguentar a barra de relativizar esse conceito. A fala “você foi uma excelente Doutora, e isso não teve nada a ver com ser boa” é tão cheia do peso da responsabilidade e da aceitação de um componente mais sombrio em si mesmo quanto “Você é um bom Dalek, Doutor”.

Para terminar:

  • Mais uma aparição da Missy. Enquanto eu tentava pensar em possíveis conexões, JP gritava ao meu ouvido: a MISSY TEM UM IPAD! Pois. O que nos leva a pensar que 1) Steve Jobs está no céu. 2) Steve Jobs está no inferno. 3) Os advogados de Steve Jobs vão processar alguma raça alienígena em breve, ou se defenderem de um processo alienígena pela patente. Ipad à parte, ficamos sabendo que o Doutor está em constante vigilância da Missy, e que a Clara foi “escolhida” por ela. Escolhida para quê? Missy é a dona da loja que deu o telefone da TARDIS para a Clara? Clara tem alguma ideia dos planos da Missy? Será “acionada” ou levada por sua bússola moral a cumprir o que foi planejado? Aliás, o que foi planejado? Essa mulher (é uma mulher?) é má mesmo? E caso seja, qual o plano? WTF, Moffs?
  • Um tópos meio idiota na cena pré-créditos. Se o fulano sabe que está sendo perseguido e resolve falar com a polícia, sentindo-se encurralado, por que é que não pode ser mais claro? Do tipo: “olha, pode parecer maluquice, mas eu juro pela minha mãe mortinha que tem um troço na parede que está tentando me matar. Na parede. Por favor, investiguem as paredes”.
  • Eu sei que é uma implicância idiota, mas: fizeram uma péssima escolha para o dublê de mãos do Capaldi. É que ele tem mãos muito peculiares, uns dedos fininhos esquisitos. Não sei se foi só coisa minha, e só eu prestei atenção, mas ver uma mão “normal” sair de dentro da TARDIS pequena me causou estranhamento.
  • A piada “Estilo Família Adams”, no entanto, foi engraçada.
  • Sobre o “siege mode” da TARDIS: galera no twitter associou o pequeno cubo à Pandorica e, de fato, lembra um pouco. Mas… como eu nasci nos anos 80 e fui criada a base de filmes de terror no Cinema em Casa e no Cine Trash da Band, aquele cubo só me fez lembrar disso aqui e eu só consigo pensar em nops, nops, nops, seriam os Cenobitas Time Lords sadomasô?

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  • Aquela TARDIS do tamanho de um frigobar virou objeto de desejo sim ou claro?
  • A piada sobre o cara ser imune ao papel psíquico por pura falta de imaginação foi fantástica.E aí, quais as impressões de vocês sobre Flatline? Contem pra gente na caixa de comentários. Semana que vem vão usar aquele bendito poema do Blake do tigre como metáfora para um episódio porque, né, isso nunca foi feito antes. Mas vamos ver no que vai dar esse safári por Londres. Até lá.
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21 pensamentos sobre “Spoilers, Sweetie! S08E09 – Flatline

  1. Po, esse episódio é foda. Concordo contigo: puta ideia bacana essa de criaturas de um universo 2D e as cenas das coisas tridimensionais irem se amassando é realmente aterrador (sinto falta dessa criatividade de Doctor Who que ultimamente tem curtido fazer mais uma coisa de arco longo com monstrinhos e tal e esquecendo de excelentes possibilidades como essa).

    TARDIS miniaturizando é excelente; a Clara ficar toda crítica do Doctor no episódio anterior e aqui claramente fazer o papel dele é um truque tão óbvio e barato que podia ficar uma merda, mas ficou excelente.

    Doctor dançando também é soberbo. Bom episódio, gostei pra caralha (e achei esquisito dois episódios bons na sequencia).

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  2. Sei não, ainda não aceitei esse Dr mais pra House que pra Who. Essa ideia de forçar a rabugisse dele e em todo episódio ele brigar a maltratar a Clara destoa muita das últimas encarnações de 2005 até 2013. Eu gostava mais do Dr no estilo aventureiro sendo um extra terrestre ultrapoderoso e assim mesmo meio cientista louco. Acho que seria melhor se o Dr Who esquecesse a rabugisse do House e Copiasse a maluquisse do Dr Brown

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  3. Achei muito bom esse episódio , pois agora mostrou pra Clara que ser Doctor não é facil , alias parece que esse seja o grande tema para para esse Doctor : como se tornar o Doctor ideal , afinal percebe que ele tem agido e mostrado , percebe que no fundo ainda se sente inseguro em ser ele , ter que lidar com tudo que lida , afinal nas ultimas encarnações sempre era o herói , sempre sabendo o que fazer e como , sempre sorrindo e brincando , como numa grande aventura , ou pelo achava que sabia o que fazia , ja que esse parece ser muito mais perfeccionista que o normal , tanto que vive num quadro negro tentando descobrir as coisas , tentando achar o meio ideal e nem sempre conseguindo , se frustrando , e tem o fator que ele deve se culpar pelos erros passados , algo que ele ja falou de consertar os erros , e por isso se tornou mais rabugento e egoísta .
    Igual House que também tinha as suas frustrações

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  4. Gostei bastante desse episódio. Apesar dele ser mais simples, o conceito dos vilões é tão legal, ficção científica pura! A relação Doctor/Clara é uma qualidade à parte, bem diferente do que estávamos acostumados a ver com outras companions. Aliás, tô gostando da temporada no geral, o único episódio ruim foi o do Robin Hood.

    Eu acho que o 12º Doctor ainda tá se adaptando, criando uma identidade, uma personalidade (o que, convenhamos, está demorando se comparado aos Doctors anteriores), talvez por isso os episódios estejam tão moralistas. Acho e espero que o 12º esteja definido e “melhorado” no final dessa temporada, a Clara, que vem chamando-o à razão ao longo da temporada, deve ter um papel fundamental nisso. Sabe, um aspecto do 12º que eu gosto, e e até uma coisa que ele tem em comum com 9º, é o pragmatismo, ele faz o possível para evitar baixas, mas se não for possível evitar, ele não faz drama com isso, ainda na tentativa de salvar o maior número de pessoas possível, em nome de um bem maior. O 9º também tinha um lado “vilão tem mais é que morrer” que eu ainda tô em dúvida se o 12º tem, ou não.

    Quando a Missy fala que escolheu a Clara é impossível não pensar na tal mulher da loja que deu o número do Doctor pra ela, mas acho que não tem a ver não, o Moffat gosta de surpreender rsrs…ele também gosta de deixar pontas soltas que nunca mais são explicadas ou retomadas.

    PS: Whocares, voltem logo com o podcast, pelo amordi, essa abstinência está me matando! rs.

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  5. Crítica do novo episódio de Doctor Who \o/ \o/ \o/ \o/

    First of all, a temporada está sensacional. Sou putinha do Matt Smith, mas a sétima temporada foi fraquiiiiinha(com exceção de Asylum of the Daleks que foi foda, e The Day of the Doctor, por motivos óbvios[acabei gostando do The Time of the Doctor só por ser despedida do Matt, mas o episódio em si foi bem mais ou menos]), tanto que fui com expectativas bem baixas pra essa temporada. Oh God, I’m glad I was wrong.

    Esse episódio só perde pra Listen nessa temporada, meu deus. Como foi incrível. Conceitos muito bem aproveitados, Clara mostrando realmente para o que veio ( acena dela sacaneando o Doctor falando que só escolheu esse nome pra se sentir importante é muito boa), Mini-Tardis=sonho de consumo e a quebra da crença do Doctor de que ele faz das companions dele melhores quando ele nesse episódio vê a Clara pegar dele coisas que ele julga necessárias para o que ele é, mas que não considera exatamente boas. God. *slowclap*

    Como sidenote, as últimas palavras do Capaldi como Doctor deveriam ser Fuckity bye.

    That’s all for today folks

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  6. Eu realmente gostei desse episódio, vemos ainda mais as nuances mais escuras, que alguns teimam em não querer ver. Mal acompanho o fandom em outros locais, mas o pouco que vejo me irrita, é um sentir falta do jeito dos outros, um mimimi falando que o doctor não é assim/o doctor não faz isso. Além disso, na época da escolha tinha uma geral pedindo Hugh Laurie para Doctor, sendo que o que queriam era o House, agora você tem um Doctor House e reclamam!

    Daí temos neste episódio o resumo do que é ser o doctor, dependendo da personalidade dele ele vai ser mais fofo, mais engraçado ou mais ranzinza, mas dentro desse arquétipo que nos foi apresentado utilizando a figura da Clara, começando nas piadinhas que nós fazemos do que o ele é, passando em cada etapa do que é ser o Doctor.

    Voltando ao 1º episódio dessa temporada, a coisa da Madame Vastra x Clara, era um recado para fangirls do doctor bonitinho e fofinho, que parece que muitos não pegaram. E que fecha com esse: “olha o personagem é isso, o restante é extra”

    Nesse ponto, me parece que o Moffat pontuou com muito mais cuidado essa temporada, mais do que nas outras, apesar da coisa da Misty eu estar meio que ignorando, já que as vezes ele promete demais e entrega de menos, ou faz uma gigantesca bola de wibly wobly e resolve de maneira que me cansa.

    O Capaldi AMO desde que foi anunciado, apesar de ter visto bem pouco, estou começando ainda a série clássica, alguns elementos me lembram o Hartnel, talvez seja porque ele é o “primeiro” com a nova leva de regenerações que ganhou? Não sei… Tenho que ver mais a clássica antes de ter certeza.

    Enfim, adoro suas criticas Gabi, você arrasa demais!!

    Curtido por 1 pessoa

  7. Tem um site/blog (nem sei mais) nerd que propaga uma frase pela internet a fora, que é “Faz melhor então”. A Clara estava no lugar do Doutor e não pode salvar mais pessoas do que ele poderia salvar. Ela sentiu o peso do que é carregar a responsabilidade que o Timelord escolheu para si, ela não pode salvar todos mas estava em paz com o resultado no final.

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  8. Crítica batuta, como sempre. Só tem uma coisa que me incomoda ha tempos nelas: com essa escolha de layout e cores, ler fica extremamente doloroso aos olhos. Após terminar o texto, dá pra enxergá-lo durante muito tempo em qualquer outra superfície.

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  9. Sempre uso os seu reviews como parte complementar de cada episódio… realmente queria juntar todo mundo no buteco pra falar de teorias maluconas sobre Doctor Who… E, dei um pulo da cadeira quando vc falou da caixinha di Hellraiser… SIM! Foi a primeira coisa q eu falei quando vi a caixinha..huauahuha… Imaginei na minha cabeça o confronto Pinhead vs Doutor…bjos

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  10. “Semana que vem vão usar aquele bendito poema do Blake do tigre como metáfora para um episódio porque, né, isso nunca foi feito antes”

    HUAHAHAHAHA, sensacional!

    Gostei muito deste episódio, principalmente para a construção da relação do Doctor com a Clara, com ela tendo que enxergar que não é fácil ser o homem da caixa.
    Vocês também acham que esta temporada está apresentando vários personagens secundário com potencial de companions? Como Psy, Saibra, Perkins e agora o Risgy (Banksy?), não que virão a ser, mas potencial há!

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  11. Gabi falando absolutamente tudo que eu pensei desse episódio.
    Melhor “meta-temporada” de Doctor Who, essa, hein? hehehe

    Aliás (1): A TARDIS em siege mode é a TARDIS sem camuflagem? ~Ou SejE~, sem parecer uma cabine telefônica, ela seria um cubo gigante? (eu curto)
    Aliás (2): Capaldi fez gravações em épocas diferentes nesse episódio, não? No discurso fodão tá com o cabelo curto do Deep Breath e fotos promocionais (que, já q é pra ser sommelier de figurino: Prefiro assim), mas no resto do episódio, esse cabelo grande penteado pra trás (uó, credo).
    Aliás (3): Cêis pára de me zuar no podcast, ow.
    Aliás (4): WhoCares da 8ª temporada, é só chamar aqui, hein!

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