Spoilers, Sweetie! S08E06 – The Caretaker

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When there’s something strange in your neighborhood, who ya gonna call? THE DOCTOR!

Ah, os episódios em que o Doutor é obrigado a se “camuflar” entre humanos! Digam o que quiserem, mas são divertidos. Especialmente porque ele se mistura muito mal e não tem a menor paciência para as minúcias da vida terráquea. Em The Lodger (S05E11) e Closing Time (S06E12) vemos o Doutor atormentar o pobre Craig e construir um bromance enquanto divide apartamento, joga futebol, ajuda a cuidar de Stormageddon, Dark Lord of All um bebê, trabalha em uma loja de brinquedos e ainda enfrenta alienígenas. Já em The Power of Three (S07E04) os Ponds são obrigados a hospedar um Doutor muito entediado com os cubos que não fazem nada por um ano inteiro – o que é mais do que eu deixaria uma visita qualquer na minha casa, quanto mais o Doutor.

Muito discreto, sempre

A lema é “Discrição acima de tudo.”

Em The Caretaker o Doutor vira o zelador da Coal Hill School para deter uma ameaça que, na verdade parece um dos robozinhos vendidos pela Tec Toy nos anos 80. Ou seja, o vilão é incrivelmente desinteressante (a não ser por um aspecto, que discutiremos mais para frente) e o episódio não é sobre ameaças alienígenas, mas gira em torno de desenvolvimento de personagens e comédia situacional.

Mas vamos ao plot. O Doutor se infiltra na escola de Clara para conter uma ameaça chamada Skovox Blitzer. O plano dele daria certo no meio do episódio, não fosse pela interferência de Danny Pink. Quando confrontada, Clara não consegue mais esconder a vida dupla e tem de revelar ao namorado que viaja com um cara mucho loco em uma cabine policial pelo tempo e pelo espaço. O episódio ainda mostra um cosplay do décimo primeiro Doutor e um projeto maravilhoso de companion que infelizmente vomita por qualquer coisa, para além da cena final, em que descobrimos que o paraíso é uma espécie de repartição pública em tons de branco.

O episódio que pode ser descrito em um parágrafo, mas The Caretaker é menos sobre a história, e mais sobre a trajetória e a composição dos 3 personagens principais.

1) Como a Clara cresceu. Obrigada, roteiristas, nossa menina finalmente tem um personalidade só para ela!

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Venho batendo nessa tecla em todas as críticas até agora, mas gostaria de me alongar um pouco, porque nesse episódio ela se explica. A primeira aparição da Clara (na verdade, um dos avatares da Clara, Oswin Oswald, gerente junior de entretenimento da Starship Alaska) é sensacional. Vamos combinar que Asylum of the Daleks (S07E01) é um excelente episódio: bem escrito, bem dirigido e que conseguiu suscitar curiosidade para a nova atriz que dentro em breve substituiria a Karen Gillian e o Arthur Darvill.

A Oswin-Dalek é inteligente, articulada e corajosa. Sim, desde o primeiro momento ela flerta com Matt Smith, mas essa característica não é tão exacerbada ou, ainda, é muito natural para ela (lembrem que ela flerta com o Rory também). No entanto, o que vimos como um começo promissor começa a se diluir conforme avançamos no trama da “garota impossível”. Primeiro porque a personagem deixa de existir por si para virar um plot device que faz a série andar. E no raros momentos em que ela não é apenas um quebra-cabeças a ser desvendado pelo intelecto do Doutor, ela age segundo a cartilha de um tópos conhecido do cinema, a Manic Pixie Dream Girl. Para quem não está familiarizado com o termo, ele costuma indicar um tipo de “musa inspiradora hipster”, uma personagem que não tem muita vida própria, interesses, e só está em cena para inspirar o protagonista masculino a ser melhor/aproveitar a vida/ abraçar a espontaneidade/ parar de mimimi.

No entanto, passada a regeneração (e, por fim, a explicação para as tantas Claras espalhadas pelo tempo e espaço), vemos a dinâmica entre Doutor e companion se modificar, e isso foi a melhor coisa que aconteceu à Clara. No fim de Deep Breath ela decide ficar por conta da ligação do décimo primeiro, é verdade. Mas aos poucos vemos que não é apenas por lealdade e pelas boas memórias que retém da encarnação anterior. Quando Danny Pink resolve começar a DR para discutir a vida dupla de Clara ele pergunta: “Você o ama?”, ao que obtém como resposta: “Não. Ou ao menos não desse jeito”. Ele insiste: “Por que você viaja com ele?”. Clara não hesita: “porque é sensacional. Eu vejo maravilhas.”

2) Mr. Pink 

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O professor de matemática está cada vez se sobressaindo mais. Com uma diferença para  a maioria dos outros companions/ sidekicks da série: nós já o conhecemos pronto. Ainda que uma das voltas temporais da série atribua ao Doutor a responsabilidade pela carreira militar do pequeno Rupert, ele se fez sozinho e sabe muito bem quem é. Foi soldado, orgulha-se de ter feito o bem embora carregue arrependimentos na bagagem. É uma figura heroica, mas com consciência de suas inúmeras falhas, como o Doutor. Danny Pink não precisa da autoridade de um alienígena para fazê-lo descobrir que é capaz de grandes feitos. Porque O Doutor, de certa forma, tem por hábito demonstrar o valor das pessoas que passam pela TARDIS.

Há uma conversa entre a Rose e a Donna em Turn Left (S04E12) que sumariza essa questão. Donna não tem lembrança de ter viajado com o Doutor e pergunta “Se ele era tão especial, o que estava fazendo comigo? “Ele pensava que você era brilhante”. “Não seja estúpida”, diz a Donna, incapaz de acreditar em si, uma mulher comum, ainda que a melhor temporária de Chiswick. Rose então diz “O Doutor te mostrou isso, simplesmente por estar com ele. Ele fez o mesmo comigo. Ele faz isso com todos os que ele toca”.

Tampouco Mr. Pink precisa de um motivador externo para compor sua personalidade, como o Rory. A trajetória do Último Centurião foi toda calcada no amor que Rory sentia pela Amy, e na absoluta falta de limites para fazê-la feliz. (Não me levem a mal, eu amo o Rory, mas, convenhamos, falta a ele um pouco de amor-próprio) Já Danny permanece fiel ao próprio código, mesmo que isso signifique romper com a Clara. Voltando à DR do casal no episódio (parece que eu estou comentando novela, mas enfim), ele coloca a Clara contra a parede. “Parece que nós só conhecemos de fato as pessoas através das mentiras que elas nos contam. Você disse que vê maravilhas com o Doutor, mas você optou por manter isso em segredo. Logo, o que você acha de mim, Clara?” No fim do episódio ele tem uma ideia exata sobre quem é o Doutor, e está disposto a continuar com a Clara nessa vida dupla, mas com uma condição. “Eu conheço homens como ele. Eu fui liderado por eles. Eles podem te pressionar e te fazer mais forte, e fazer com que você faça coisas que você jamais sonhou que poderia fazer. Eu te vi essa noite. Você fez exatamente o que ele disse para você fazer. Você não estava com medo, e deveria estar. Se ele te pressionar demais eu preciso que você me diga, porque eu sei como é a sensação. E se você não me disser nós terminamos. Se você não me dizer a verdade eu não vou poder te ajudar, e eu não consigo pensar em não poder te ajudar.”

3) O Doutor: nunca cruel ou covarde?

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A cena de confronto entre o Danny e o Doutor na TARDIS foi tensa. Por um lado é fácil se identificar com a raiva do Doutor por dois humanos estarem tentando enganá-lo com um subterfúgio que ele mesmo criou, dentro da máquina do tempo dele. Por outro, dá um certo orgulho do Danny nessa hora, ao colocar a ênfase da discussão no Lorde, ou seja, no aristocrático, na personalidade que espera ser seguida o tempo todo. “Eu sou um soldado, mas ele é um oficial.”  Esse é um tema importante para as implicações mais sombrias da personalidade do Doutor, e não estamos falando apenas sobre o décimo segundo. Por um lado, Doctor Who é uma série sobre o triunfo do intelecto e do romance sobre força bruta e o cinismo (vide a definição do Craig Ferguson). Não à toa a arma do Doutor é uma chave de fenda sônica, e não um revolver sônico ou uma cimitarra sônica. Em The Sontaram Stratagem (S04E04) o Doutor diz a um coronel com o qual está se sentindo incomodado que “as pessoas com armas geralmente são os vilões nos livros dele”. E em The Doctor’s Daughter (S04E06), após a Jenny ter sido baleada pelo líder dos humanos, o Doutor chega a apontar a arma para a cabeça dele, mas diz: eu nunca poderia, vocês ouviram? Eu. Nunca. Poderia. Quando vocês começarem esse novo mundo, o mundo dos humanos e dos Hath, lembrem-se disso! Façam de um homem que jamais poderia a função dessa nova sociedade.”

No entanto, há várias cenas em que o próprio Doutor (ou outro personagem) aponta para a ambiguidade moral dessa política de não carregar armas. Ele não as leva, mas não impede que aliados como a River tenham sempre uma pistola à mão, por exemplo.  Em The End of the Time (S04E17/18), há uma conversa entre o Doutor e o Wilf, que está tentando fazer com que o Doutor aceite uma arma para matar o Mestre. “O Mestre vai matá-lo, mate-o primeiro”. Ao que o Doutor responde “Foi assim que o Mestre começou. E não é como se eu fosse inocente. Eu já tirei vidas. E fiquei pior. Fiquei mais esperto. Manipulei pessoas para que elas tirassem as vidas delas. Às vezes eu acho que um Timelord vive demais”. E em A good man goes to war (S06E07) é mais uma vez a River que abre os olhos do Doutor para a ameaça que ele representa – tão poderoso que fez com que seus inimigos estabelecessem uma base militar em Demon’s Run. “Você faz com que eles tenham medo. Quando você começou, há muitos anos, viajando pelo universo, você pensou que se tornaria isso? Doutor: uma palavra para o que cura, para “homem sábio” através do universo. Nós pegamos a palavra de você, você sabe. Mas se você continuar do jeito que esta, o que esta palavra pode se tornar? Para o povo da Floresta Gamma, a palavra Doutor significa “guerreiro poderoso”. O quão longe você foi. A série parece querer levar esse dilema do Doutor ao limite, ao colocar o décimo segundo como um odiador (meio gratuito) de soldados. Ele está convencido de que todos os soldados aceitam ordens sem pensar (como o monstro da semana), e se recusa a acreditar que o Danny é capaz de ser um professor de matemática;  passa o episódio chamando-o de professor de educação física.

Duas ou três coisas merecem menção honrosa:

– Alguém por favor dê uma cartela de Dramin para a Courtney e faça dela uma companion mais frequente? A menina é sensacional, e a química de cena com o Capaldi é impagável.

– Por falar em impagável: mais alguém achou uma graça danada do Doutor tentando se defender da abordagem da Clara com uma vassoura, como um domador de feras?

– Fala da semana: Clara: “Você, se camuflando? Onde? Em um círculo de mágicos?”

– [Editado] Me puxaram a orelha nos comentários por eu ter esquecido de citar a fantástica cena do Doutor assobiando Another Brick in the Wall. O décimo segundo é um iconoclasta. 😀

– Onde é que conseguiram aquele cosplay do Matt Smith? E mais: conversei com uma galera que achou ~fofo~, mas eu particularmente achei muito bizarro que o Doutor tenha “abençoado” a relação da Clara com um cara que o lembra dele mesmo no passado. Sério: nops, nops nops.

– Ok, mais uma cena “céu” da Missy, que nesse episódio não parecia um jardim ou uma casa, mas o ~escritório~ de Deus em Bruce Almighty. Ela tem pelo menos um assistente que usa um broche dourado no terno. Seria uma insígnia? E o que terá visto o policial através das persianas? Nesse ponto acho que ja temos dados suficientes para afirmar que a Missy é uma coletora das ~alminhas~ (consciências, chamem como quiserem) que se desprendem de seus corpos seja porque o Doutor matou (não sabemos ainda se o ciborgue de Deep Breath pulou ou foi empurrado), porque o Doutor aceitou o sacrifício (a soldado de Into the Dalek) ou não simplesmente porque não conseguiu salvar um cara que sequer conhecia, mas que foi bucha de canhão da aventura (o polocial de The Caretaker). QUEM É ESSA MULHER? O QUE ELA QUER? Até agora não há grandes dicas, apenas espaços para especulação. Façam suas apostas.

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 E vocês, o que acharam de The Caretaker? Escrevam para a gente enquanto o podcast está de férias. Semana que vem tem crítica de um episódio que envolve um alien com uma arcada dentária mais bonita do que a de qualquer ator britânico – não que isso seja um grande feito, é verdade. Até lá.

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20 pensamentos sobre “Spoilers, Sweetie! S08E06 – The Caretaker

  1. Nossa, Gabriela, estou assistindo agora esses episódios do Capaldi e logo depois leio suas resenhas. Gosto muito dessa construção dos personagens e da relação entre eles e adoro essas análises detalhadas que você faz. Valeu!

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  2. Eu acho que o Moffat tá se preocupando DEMAIS com a afirmação da nova personalidade do Doutor e deixando boa parte do resto da temporada de lado. Já deu pra entender bem no começo que o Capaldi é BEM diferente do Smith, que a relação dele com a companion tem uma pegada completamente diferente e que ele não é um bobo alegre com uma caixa mágica. Metade da temporada, tá mais do que na hora do cara para de pedir desculpas pra audiência 🙂

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  3. Estava pensando numa coisa: na primeira aparição de Danny Pink, nós o vemos ensinando educação física, antes de aparecer na sala de aula, certo? E durante The Caretaker, o Doctor insiste em chamá-lo de professor de educação física, e chega a dizer que não consegue se acostumar, que isso não parece certo, ou que não está certo, se não me engano. E aí? Será que a realidade ao redor deles está sendo manipulada? Eu deixei passar algo? Foi um erro de continuidade? O que vocês acham?

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  4. Bom episódio , realmente não ia dar em outro resultado que conflito entre esses dois , afinal os dois entendem muito das regras militares que foi explorada no 4º episódio tanto que Danny ja adverte ela de contar se o Doctor fazer ela ir longe demais e o Doctor não gosta ja que fazem tudo sem questionar , deve ter algum trauma aos próprios Timelords pois eles meio que agiram assim a guerra do tempo
    ou mesmo antes , só imagino se ainda vai acontecer algo mais relacionado ao 4º episódio , mas com certeza o outro plano ainda com mais mistério , e ainda nenhua outra pista só outra “alma”

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  5. Não sei como era na série clássica, mas as encarnações do Doutor sempre tiveram opiniões divergentes em relação a soldados. O nono, por exemplo, gostava de ficar tirando onda com eles. O décimo já não curtia muito, especialmente quando faziam continência para ele. Já o décimo primeiro já tinha uma relação mais normal com soldados.

    Logo, o fato agora do décimo segundo ser totalmente avesso a esse tipo de classe não é algo muito gratuito não, considerando que cada regeneração tem uma postura diferente da situação.

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  6. eu gostei do episodio , mas achei o mais fraco da temporada ate agora , para mim esse episodio tinha que ter varias citações a Susan e os dois professores que viajaram com o primeiro Doctor. Agora sobre o Dany Pink acredito cada vez mais que ele não vai viajar com o Doctor , que o Sr Pink vai servi apenas como escada para desenvolver a personalidade da Clara, e para fazer o Doctor para de odiar Soldados…

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  7. Bom episódio. Acho a relação super-mega-apaixonada da Clara com o Pink muito forçada, Moffat podia tirar o pé, calma, homem. Ainda não gosto muito do Pink, mas achei foda a cena na TARDIS (e nem vou comentar no carpado dele no final, fala sério, que solução ruim).

    Mas o doutor continua sensacional e eu já gostava da Clara desde Asylum of the Daleks então sou suspeito, hehe.

    Achei a Courtney foda também! E eu posso estar enganado, mas o nome daquela mina que ele salva em Into The Dalek não era Courtney Blue? Eu acho que é parentesco igual o Pink. (Doctor mostrou o universo, ela vira cienista e sua prole no futuro vira dogfighter no espaço).

    Sobre o final, eu tinha dúvidas se as pessoas que apareciam no Paraíso estavam realmente mortas (ou Missy as salvava no último instante). Parece que estão realmente mortas. E as semelhanças da Missy com aquela louca do banco são tão grandes que eu não sei qual das duas apareceu ali no final. O.o

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    • Era Journey Blue, Bruno.

      E se te serve de consolo, também achei a Missy parecida com a Ms. Dephox/Madame Karabraxos. No entanto o JP diz que eu tenho problema de reconhecimento de rostos (o que é mais ou menos verdade), então nem falo nada. 😀

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    • Ufa, achei que tinha sido o único a achar aquele “salto super sentai” extremamente tosco.

      Também achei muito foda a cena do Doutor com o Pink. Entretanto, esse episódio acabou aumentando ainda mais a minha antipatia pelo Danny “dos Santos” Pink. Mas considerando que eu também não curtia Mickey “The Idiot” inicialmente, acho que o Mr. Pink ainda tem salvação. hehehe

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  8. Eu AMEI a cara que o Doctor fez quando a Clara disse que o cospobre de Matt Smith não fazia o tipo dela! Voltei a cena 2 vezes.Capaldão já me ganhou!!

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  9. Achei o episódio ótimo. Ele cheia de sacadas interessantes, como o Doutor chegar “disfarçado” e dizer meu nome é John Smith, mais meus amigos me chamam de “The Doctor”, ri muito com esse fala.

    A questão do Doutor “abençoar” numa boa que o namorado da Claro fosse o cosplay do 11°, me levou a pensar que ele (o 11°) tinha mesmo um interesse romântico pela Clara, e por isso sua nova versão meio que ficasse satisfeita com isso. O Doutor mandando a Clara e se “aconchegar” foi engraçado.

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  10. Caramba, a Gabriela é NINJA em achar coisas pra falar . Pq pra mim foi um episódio bacana, divertido e… é isso.
    Também achei gratuita essa birra com soldados, dessa maneira. Tá, ele já chegou a tirar muito sarro dessa galera em outras fases, mas esse quase-ódio é esquisito. Pareceu plot device. Mas vamos deixar passar. É um episódio importante pra estabelecer Danny e Clara, e tá bom assim.
    Aliás, eu gosto bastante do Danny. Acho um personagem divertido e bem formado, como dito na resenha. Ia curtir ele na TARDIS, mas….
    Tô mais empolgado pra menininha!
    Ela apareceu em imagens do Kill the Moon, NA LUA. Tem potencial.

    Nota pro episódio: 3,5/5

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    • Olha Leo, curto muito seus comentários e vi seu video de deep breath variaaaas vezes HAUSHUSHSU mas como voce diz “vo ta discordando” de você em relação a o arco da Clara, é a resposta é bem simples! Não há arco! Ela nao tem um grande objetivo! E pra mim essa é a parte mais intrigante e gostosa de ver na personagem Clara, o único objetivo dela é conseguir parar de viajar com o Doutor (nao sei viu Flatline, mas da pra ver que ela esta sendo badass, e mo fria em relação as pessoas morrendo! Ela esta mudando! Esta ficando parecida com o 12! Ele proprio reconhece isso! E no fundo no fundo, da pra ver que ela não está feliz..) ser professora, e ter uma vida normal.. Eu acho que a Clara pareceu muito “menina mais inteligente do mundo” na 7 temporada, e Moffat reconheceu que cagou na personagem e então resolveu dar uma vida real pra ela na 8! E eu acho que é só isso que Clara quer.. Uma vida real, sem Doutor, sem viagem no tempo, sem aventura.. Só uma vida normal.. Seila hauahua é o que eu acho.. Desculpa pelo comentário meio grande! Mas espero ter mudado sua ideia.. Valeu ai! Flws

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  11. uma coisa que ficou bacana nesse episódio foi a dinâmica do doutor e clara, como um implica e brinca com o outro. Peço licensa para ser ousado, mas digo que está se direcionando em intensidade e qualidade para a relaçao tennant – dona

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