S01E12e13 – “Bad Wolf” e “The Parting of the Ways”

capa s01e12e13

Finalmente JP, Thales Martins, Raphael Salimena e o convidado Guilherme Kroll se despedem do nono Doutor e fazem um balanço dessa primeira temporada de WhoCares. Até a próxima!

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Comentado neste episódio:

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36 pensamentos sobre “S01E12e13 – “Bad Wolf” e “The Parting of the Ways”

  1. Caras, parabens pelos podcasts. Virei fa. Agora, a 1 temporada foi uma coisa louca ani em casa. Assisti toda a temporada em 3 dias! Nao conseguia parar. E quando o nono regenerou, eu dei aquele grito de Luke Skywalker Naaaaaaaaao! Mas me recuperei. E estou amando esse modo que voces comentam sobre os episodios. Nao vejo a hora de vcs chegarem no Capaldi. Um abraço.

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  2. Tenho adorado o podcast que descobri por acaso no twitter! Que só comentar duas coisas:
    As edições do Aragones são “Destrói a Dc” e “Massacra a Marvel”. Faz alguma diferença? Nenhuma mas é só pra dizer o certinho.

    Vocês não comentaram do nome do segundo episódio. Vejam bem, não faria muito mais sentido o segundo se chamar Bad Wolf? The Parting of the Ways é o capítulo 36 de Harry Potter e o cálice de Fogo (no Brasil ficou como Os caminhos se separam). É o primeiro capítulo que o personagem Bartô Crouch Jr. aparece. Personagem que foi interpretado no cinema por… David Tennant!

    Além disso o Doutor acabou falando num dos episódios da 8a posterior ao lançamento do cast, exatamente isso que vocês sugeriram do “presente da Tardis” ainda trolando a Clara falando que era óbvio que isso não existia (no caso que calorias consumidas no interior da tardis são absorvidas por ela ou algo assim) hahahaha

    É isso! Aguardo ansioso o retorno de vocês xD

    Abraço!

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  3. Pessoal

    Estava devendo vários comentários, fiz isso tudo de uma vez.

    Adorei não só os episódios finais da temporada como este episódio final de vocês. Vocês resumiram como um fã de Doctor Who se sente, como eu tenho me sentido como praticamente uma criança com a série conforme vou assistindo. Excelente trabalho e espero que voltem episódios inéditos assim que possível.

    Valeu, abraços!

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  4. Queridos Quemsianos (prefiro assim)!
    Gostaria de comentar algo que foi dito no excelente episódio de encerramento da primeira temporada. Acredito que Guilherme Kroll estava correto quando comentou sobre o Doutor ser uma espécie de reescritura de mitos ingleses, sobre ele ser alguém parecido com um mago poderoso. Bom, na minha opinião, além das habilidades descritas no programa, há dois acessórios icônicos que transformam o Doutor num “Gandalf Sci-Fi”. Um deles é a capa (ou capote), representado pelas suas roupas compridas. O outro, é a varinha mágica, ou seja, a chave de fenda sônica: ela abre portas, transforma máquinas, conserta coisas quebradas e reverte teleportes (!) inexplicavelmente… e ainda tem uma luz na ponta. Lembro que o Primeiro Doutor (Harnell) aparece pela primeira vez usando uma capa e um cajado (outro “item” mágico), que também foi usado por Sylvester McCoy, o sétimo Doutor, na forma de um guarda-chuva.
    Ah, e por que fazer um personagem “sci-fi” e não fincá-lo de vez na fantasia? Bom… deve ser porque em 1963 isso era mais “pop-pop-pop”. E nós adoramos, não?
    Abraços a todos e continuem com o excelente trabalho!

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  5. Sobre a questão do Doutor ler ou não pra citar Harry Potter e coisas do tipo, no filme do Paul McGann , bem no início, mostrava o 7º Doutor lendo “A máquina do tempo” do Wells, enquanto tomava um chá… ele deve aproveitar os intervalos entre as missões pra ler (e pra procurar o Wally em todos os livros, hahaha), sem falar que o 11º falou que existe uma biblioteca na TARDIS (que tem uma piscina no meio..)

    Vocês vão comentar sobre o especial “children in need”, que mostra a R

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  6. Já resumi meu sentimento geral sobre esta primeira temporada do Doutor Who no meu comentário no episódio passado – com o vídeo da chegada dos pinguins de Madagascar à Antártida prometida -, porém sou obrigado a completar o comentário aqui. O podcast de vocês consegue melhorar bastante a experiência de assistir à série, e em especial este podcast de fechamento da retomada da série foi sensacional. Achei os depoimentos muito bons, inclusive a reflexão sobre nossas expectativas modernas sobre as séries em geral e o hábito de enfatizar o visual em detrimento do roteiro ou mesmo de um bom plot. Se fosse uma série comum americana, que passasse entre Glee e NCIS, acho que ela seria irremediavelmente cancelada ao final desta temporada, porém o entusiasmo de vocês – sem a chatura do fanboy catedrático com seu monóculo, corrigindo e explicando incansavelmente – me faz ter mais boa vontade, ou menos pressa, ou uma perspectiva diferente sobre a série. E espero logo os novos episódios sobre as novas temporadas. Não posso dizer que sou um whovian ou quensiano, mas me considero um whozão.
    E parabéns, porra, que sempre é bom.

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  7. Excelente conclusão de temporada, digna da série em questão. O comentário do Salimena, em especial, sobre essa introdução à série, foi de uma sinceridade lindíssima!
    Sou uma exceção, daqueles apaixonados pela temporada de 2005, e vocês proporcionaram uma segunda despedida emocionante ao orelhinha e sua turma.
    Sigam com o bom trabalho, uma vez que possuem uma atenção muito especial para com a série; os quensianos de todo Brasil agradecem.
    Grande abraço a todos, até a próxima temporada!

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  8. Eu me identifiquem muito com o que o Thales disse sobre a sensação dele com cada abertura de episódio. Eu quando criança era apaixonado por Arquivo X e a cada abertura era uma puta ansiedade pra ver o que viria pela frente, como seria o novo “inimigo”, pra onde eles iam dessa vez e tal. E foi Doctor Who a única coisa que resgatou esse sentimento depois de véio acabado que o pinto não sobe mais.
    Quando toca a musiquinha é quando você se ajeita onde está sentado e deixa de ser um espectador pra se tornar mais um companion.

    Parabéns pelo trabalho, foi uma ótima temporada e espero que o podcast dure enquanto Doctor Who durar.
    E quer saber? Foi absolutamente fantástico.
    Muitas regenerações pra vocês.

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  9. Fala galera do Who Cares. o/
    Confesso que fiquei com muita vontade em rever esses dois episódios comentados no programa. Todas essas coisas bacanas que vocês conseguiram extrair ao assistir “Bad Wolf” e “The Parting of the Wars” pela segunda vez só mostra o quanto uma boa obra pode oferecer ao se assistir mais de uma vez.

    Quanto ao processo de regeneração, acredito que esse seja um dos grandes trunfos de Doctor Who, pois além uma solução bem criativa de se encerrar um arco de histórias de um ator frente ao personagem, é uma forma de renovar a série, evitando que ela cai na mesmice.

    E quanto ao trabalho de vocês, eu tenho que dizer que assim como o nono Doutor, vocês foram fantásticos. Foi muito bacana ver o Thales e o JP interagindo em um ambiente diferente do MDM assim como foi bacana conhecer o Salimena. Espero que vocês continuem firmes e fortes na empreitada.

    Alias, quero parabenizar o Salimena pelas artes nas vitrines.
    Você praticamente criou uma identidade visual para o trabalho de vocês.

    E que venha a segunda temporada com o décimo doutor. 😀

    Curtido por 2 pessoas

  10. Caras, o comentário sobre os episódios foi muito bom, mas a reflexão final no cast foi Fantastic!
    Não escondo, o Eccleston é meu doutor favorito.
    Quanto a série acabar antes de ficar ruim, acho que pela questão da regeneração ela tem potencial infinito; quando o 12º fala sobre a vassoura que tira as cerdas e cabo ele não se refere apenas a ele mesmo, mas também a série; Doctor Who já foi uma série de um vovô espacial, de um agente secreto, dum galã no espaço, etc.. Doctor Who tem potencial infinito por causa disso.

    Abraços meus queridos!

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  11. Sobre o Bad Wolf, apesar de todo mundo atribuir esse “plano” à Rose, eu sempre achei que fosse tudo coisa da Tardis, acho que a Rose não teria capacidade de pensar que aquilo era ela mesma e ela que deveria espalhar a palavra bad wolf pelo espaço tempo, ela simplesmente entendeu que a palavra ligava ela ao Doctor e isso a fez persistir no plano. Eu tenho a impressão de que a Tardis, sendo um organismo vivo e onisciente (que é o que eu entendo pelo time vortex), saberia que o Doctor se encontraria em um perigo mortal, então ela começou a manipular a time line dele (coisa que, posteriormente, a gente vê que ela pode fazer) a fim de salvá-lo. Quando a Rose chega lá no satélite 5 toda poderosa ela tá “possuída” pela Tardis, quando ela faz aquele discurso “Eu sou bad wolf, eu me criei sozinha, etc…” fica dúbio se quem realmente tá falando ali é a Rose ou a Tardis. Um bom indício disso é que quando ela volta ao normal ela diz que não lembra de nada, caracterizando mais uma possessão do que algo compartilhado, é claro que a Tardis estava realizando um desejo íntimo do coração da Rose, afinal, o Doctor havia falado no ep Boom Town que era isso que ela fazia com quem olhava no coração da nave, mas a IDEIA acho que não partiu da Rose e sim da Tardis. É só uma teoria minha que eu acho mais fácil de acreditar.

    Mas, enfim, fechando esse arco, não poderia deixar de elogiar o Eccleston (pra variar rs), ele leva essa temporada nas costas! Ainda que ela tenha o roteiro amarradinho e tals, é ele quem te faz comprar o negócio, acho que poucos atores inseridos nesse contexto dessa 1º temporada passariam tão bem como ele passou. Gostaria muito de vê-lo numa das temporadas elaboradas do Moffat, acho que iria deixar o outros comendo poeira. Também gosto mais da relação do Jack com o 9º do que com o 10º, gostaria de vê-los juntos por mais vezes, sei lá, parece que eles têm mais intimidade, mais sintonia…de quem já deu uma dançadinha hahaha…

    No mais, gostaria de agradecer a iniciativa desse podcast! Apesar de vocês adorarem se autodepreciarem, o podcast realmente é muito bom, vocês tem boa oratória, boas opiniões, bom ritmo, boa sintonia e bom senso, esses detalhesinhos acabam fazendo a diferença no produto final. E foi uma grata surpresa vocês abordarem a 1º temporada, já que ela é meio esquecida. já conquistaram minha audiência e espero que tenham fôlego até a 4º temporada, minha favorita, e com a melhor companion :3
    Desculpem pelo segundo comentário gigante e até a próxima!

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    • Pode até ser, mas a TARDIS só ganhou mesmo essa aura de ser consciente mais pra frente, aqui ela era só a máquina do Tempo mesmo. Dizer que tudo foi ideia da TARDIS e que ela manipula a timeline meio que rebaixa todo mundo, até o Doutor, porque aí tudo que tem acontecido e acontecerá é porque a TARDIS quis.

      A ideia de um híbrido Rose/TARDIS que trouxeram no podcast foi uma boa, pois pra quê a TARDIS iria reviver o Capitão Jack, por exemplo? Isso seria mais uma atitude humana de não querer perder alguém querido, coisa que a Rose faria, mas a TARDIS não.

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      • Entendo, mas a Tardis é praticamente uma entidade, e esse conceito vem desde a série clássica, e ela também está intimamente ligada ao Doctor (como a gente vê no especial de natal dessa temporada, por exemplo), acho que ela poderia fazer isso sim numa situação extrema, tu sabe como é Doctor Who, né? Cheio de soluções mirabolantes rsrs…No ep anterior, o Doctor diz que a Tardis é uma máquina viva e telepática, ela entra na tua cabeça e traduz línguas, quando você entre em contato mais “íntimo”, olhando em seu “coração”, por exemplo, ela traduz pensamentos, essa é a explicação que ele dá para o que acontece com a Slitheen. Eu concordo que ali é um híbrido de Rose/Tardis, mas eu acho que quem criou bad wolf foi a Tardis, a ideia foi dela, entende? Ali não era a Rose usando a Tardis e sim o contrário, e o desejo de ambas se fundiram naquele momento, isso nos leva a questionar o poder e a influência que essa máquina tem sobre o Doctor e até onde ela pode ir. Essa foi só uma teoria que eu pensei, que eu saiba, ela não é oficial, então não vale porra nenhuma kkkkkk…

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  12. Olha, eu gostei muito do final dessa 1º temporada, cara! Ela pode ser mais simples e com efeitos mais toscos que as demais, mas ela é tão efetiva! Particularmente, eu prefiro o final da 1º temporada do que o da 2º ou 3º.
    Apesar de não ser muito fã da Rose, eu achei muito emocionante ela desesperada pra voltar, indo até as últimas consequências pelo Doctor, ela faz bem o papel do público ali, eu me identifiquei demais com ela!

    Vocês falaram mal do beijo no final…pois eu gostei demais! Eu não vi conotação sexual nenhuma ali (diferente do que vai ter no futuro ~cof cof~), e, muito por isso, achei tão bonito, eu interpretei que o Doctor ao mesmo tempo que estava salvando, também estava agradecendo a ela, afinal, um beijo é um gesto de carinho. Pra mim, esse foi o beijo mais significativo de toda a série nova. Interpretei o beijo do Jack nos dois da mesma forma e também gostei muito.

    Concordo com o JP, aquela cena em que ele “escolhe” ser um covarde é simplesmente a redenção dele, pois ali foi reproduzido o mesmo cenário, o mesmo dilema que ele viveu na Time War, então vendo ele renegar a tudo isso dessa vez foi algo muito significativo, mostra o que ele mudou e nos aproxima do personagem, o Russel T. Davies mandou muito bem!

    Falando nisso, há o boato de que o C.Eccleston se desentendeu com o pessoal da BBC (até hoje não sei se isso é verdade), mas a saída dele ali me pareceu muito orgânica, realmente o ciclo do personagem já havia acabado. Mas eu também achei uma desculpinha mequetrefe aquela que eles deram pra ele regenerar, então sempre fico na dúvida se teve treta, ou não. Ah e pelo que eu entendi assistindo a série, o Doctor pode regenerar quando ele quer, mas ele, prudentemente, só usa esse poder quando seu corpo está morrendo, o problema no final desse episódio é que deram a desculpa “física” para a regeneração que não fez sentido pelos motivos que vocês já discutiram.

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  13. Eu admito que não curti muito esses 2 últimos episódios apesar de que na primeira vez que assisti fiquei bem incomodado com a mudança do doutor.

    Realmente eu achava que a Lynda seria uma boa companion, mas tudo que veio com o tennant foi tão bom que não dá nem pra cogitar isso 🙂

    Sobre a gravidez do Jack, na primeira passagem deles no satelite 5 mostra de relance o face of boe anunciando gravidez rs

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  14. Comecei a acompanhar a serie quando ela estreou na cultura, ja tinha escutado muitas coisas boas com ela, mas a preguiça (e a minha net na época) nao me deixaram começar a assistir. E foi amor a primeira vista. Quando fui apresentado ao conceito de Regeneraçao, minha cabeça explodiu “Porra, usando essa desculpa, o ator pode morrer/ser mandado embora que nao afeta a serie!”.

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  15. Comecei acompanhando pela primeira temporada, mas já sabia que acontecia as regenerações, eu só não sabia como elas aconteciam,e em que momentos da série. E elas meio que ocorrem em um determinado esquema, que é todo o momento triste da mudança, com o discurso de despedida e reflexão sobre a passagem daquele ator pelo personagem, e ai vem aquele vislumbre sobre como vai ser o próximo, e a tristeza se transforma também em estupefação.

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  16. Cara, sensacional o Podcast. Gostei mesmo.

    Os episódios são legais, uma nota 4,78963325.
    Quanto a regeneração, e tava igual o Thales, eu sabia que trocavam de atores, como qualquer filme ou serie, mas não sabia o esquema da regeneração, que a troca fazia parte da historia.

    Quando o Doutor beijou a Rose e tomou a essência da TARDIS para si, eu não imaginei que ali se iniciaria uma regeneração. Todo o discurso de despedida dele, a melancolia e etc, foi preparando a Rose e a mim mesmo! quando ele disse “E quer, saber? EU também!!” eu realmente fiquei sem entender, ate que houve a explosão e o Tennant surgiu. Aquilo explodiu a minha cabeça completamente! Na mesma hora procurei no Netflix o episodio de regeneração do 10 para o 11. E la não tem! E eu juro pra vocês, achei que tinha mudado a forma e a coisa não fazia mais parte da historia do personagem. Não satisfeito, fui atras de informações. Somente ai fui entender o que era realmente a regeneração.

    Eu sinto o mesmo que vocês sentem, Doctor Who me leva a uma época que tudo era mais simples, que eu me empolgava com um ou outro capitulo de Dragon Ball Z (sou de uma geração relativamente mais recente que a de vocês) Ficar naquela ansiedade aguardando o próximo episodio, coisa que eu não sentia à algum tempo. Isso,pra mim, e maior que qualquer efeito especial bem feito, explosão ou o que mais as crianças e os jovens de hoje procuram em uma serie. Vendo pelo Netflix então e como se eu pegasse a coleção inteira das HQs que eu cresci lendo e passar horas e horas lendo.
    Já vi amigo meu dizendo que Doctor Who não presta, e uma serie pobre por não ter efeitos bem feito. Na boa, essa seria não e pra esse tipo de gente.

    Glorioso podcast caras!! Parabéns mesmo!

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    • Essa coisa da falta de episódios-chave da série no Netflix é bem complicada.
      Como os especiais não são oficialmente parte de nenhuma temporada, eles não estão no Netflix, mas são partes essenciais da história, então fica um buraco absurdo pros fãs.

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  17. Quando eu comecei a assistir Doctor Who a série estava iniciando a segunda temporada e eu não sabia nem que existia o conceito da regeneração. Sabia que o Doutor não era mais o mesmo da S01, mas na época pensei que simplesmente tinham trocado o ator por algum motivo aleatório qualquer.

    Lembro que quando esse momento chegou eu fiquei com a maior cara de “WTF?” de todos os tempos e só então fui correr atrás de saber o que diabos que tinha acontecido ali.

    Isso de me fazer correr atrás de procurar saber mais sobre o que tinha acontecido no episódio (e que está ficando cada vez mais raro hoje em dia, por sinal) foi o que conquistou de vez.

    Ah, o final desse episódio foi uma verdadeira declaração de amor a série e uma ótima reflexão sobre a industria de cultura pop como um todo.

    Parabéns pelo trabalho pessoal!

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  18. Comecei a assistir a pouco tempo e tive a oportunidade de assistir os episódios e depois vir aqui ouvir. O trabalho de vocês é bem legal, particularmente por fazerem o review dos primeiros episódios e temporadas.
    Apesar das críticas de que a primeira temporada é fraca eu, como novo espectador gostei bastante, depois do episódio Dalek a série ganha firmeza e vou continuar assistindo assiduamente. E vocês por favor, continuem a fazer o podcast da segunda temporada que irei continuar aqui presente.

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