S01E09e10 – “The Empty Child” e “The Doctor Dances”

capa s01e09e10

No episódio dessa semana JP, Thales Martins e Raphael Salimena vão para a guerra, procuram a mãe de uma criança chata e aprendem o real significado de uma boa dança:

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Enquete: o que você achou dos episódios “The Empty Child ” e “The Doctor Dances”? Dê sua nota!

Comentado neste episódio:

  • Christopher Eccleston como John Lennon:

LENNON NAKED

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40 pensamentos sobre “S01E09e10 – “The Empty Child” e “The Doctor Dances”

  1. Mais um belo episódio! Foi AQUI que a série me fisgou! Realmente a produção mandou muito bem, acho que gastaram todo o orçamento da temporada nesses episódios. Os episódios são assustadores, esperançosos, engraçados, dinâmicos, malucos, têm bons diálogos e cliffhangers tensos com soluções toscas, enfim, condensam tudo que aprendi a amar na série. E de brinde, Capitão Jack!

    JUST THIS ONCE, EVERYBODY LIVES e a última frase do Eccleston antes da regeneração (And you know what? So was I) sempre me voltam a mente quando lembro desta temporada.

    Obs: não tem a ver com o post, mas acho legal compartilhar:

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  2. Pra não deixar passar em branco: em meio às publicações de histórias em quadrinhos baseados na era moderna (pós-2005) de Doctor Who que saíram em 2012 pela IDW, foi lançado um especial chamado “Assimilation²” com histórias mash up entre Star Trek e DW.

    Embora a linha narrativa principal relacione o 11o. Doc e a tripulação da Enterprise-D comandada pelo Professor Xavier-Cof-Cof, também são mostrados encontros de outras versões do Doutor com encarnações diferentes da tripulação (da série clássica à Nova Geração).

    É bem bacana. Se não conferiram, deveriam!

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  3. E que analogia bizarra essa que vocês fizeram com a “dança” rs. Que eu lembre, só há uma insinuação de dança como sexo, ela é feita pelo próprio Doctor no momento em que o Jack diz que vai “distrair” o militar (surpreendendo a Rose), onde ele diz que no século 51 os humanos conquistam as estrelas e “dançam”, mas no meu ver, o Doctor só fala isso para provocar a Rose, já que anteriormente ela tava enchendo o saco do dele, comparando-o com o Cap.Jack (dessa vez foi a Rose que puxou a medição de pinto), insinuando que o Jack dança e ele não, então ele quis fazer essa gracinha, tipo “olha qualé a dança do Cap. Jack!” kkk…acho que essa alusão não pode ser levada ao pé da letra, principalmente no final do ep. Se bem que o Moffat costuma ser polêmico e bizarro, mas…
    Quanto a questão que o JP levantou sobre a fábrica de armas destruídas e a diferença entre o Cap. Jack e o Doctor, eu vi aquilo mais como uma piadinha, mostrando que o Doctor já aprontou altas confusões em todos os lugares e épocas do universo, inclusive, a Rose completa na hora “ele explodiu o meu trabalho também! É assim que ele se comunica!”. Até porque esse Doctor não tem muito problema em pegar em armas (como a gente já viu no “Dalek” e veremos de novo no fim da temporada), essa frescura é mais com os próximos, principalmente o 10º.

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  4. Os episódios são os melhores da primeira temporada junto com The End of The World e Dalek.

    Mas esse foi o pior episódio do podcast até agora. Vocês não precisam forçar tantas piadinhas assim, ficou meio esquisito, do início ao fim. Isso, aliás, vem aumentando muito com o tempo. Não sei se é porque vocês gravaram um monte de episódios seguidos e acharam que era necessário isso. Bem, não é.

    Mas eu confio que vocês vão entender essa crítica. 😀

    Abraços!

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    • Fala cara! Claro que entendemos a crítica, podem esculhambar sempre que precisar o/

      Imagino que de vez em quando podemos exagerar na quantidade de piadas (mea culpa, eu principalmente), mas o lance é que nós 3 viemos de podcasts de humor, onde a pegada é essa mesmo. E a medida que as gravações foram seguindo, aumentou o entrosamento e fomos nos soltando. Então acredite, não é forçado, é nosso ~jeitinho~ mesmo.

      E é aquilo que nós já falamos, já tem tem muito material sobre DW tratando a série com o respeito que ela merece, trazendo curiosidades e detalhes que só os estudiosos no assunto conhecem. Então sobra pra gente ser o papo de bar mesmo =)

      Mas não se preocupe, nem sempre será assim. A própria série vai ficando mais sisuda com o tempo e as brechas pra piadas vão sumindo.

      No mais valeu pela crítica e pode tacar pedras sempre que for preciso!

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  5. Oi gentes do Who Cares, tudo bem?

    Comentando pela primeira vez aqui. Comecei a ouvir o podcast por indicação de um aluno que sabe que sou fã da série. Ouço sempre no ônibus, a caminho do trabalho, e a segunda-feira fica mais leve. Acho vocês muito divertidos, apesar de implicarem com a Rose, minha segunda companion favorita. Perde só para a Donna, que eu acho que é a favorita de todo mundo.

    Também adoro as críticas da Gabriela, e não é só porque descobri que ela é minha conterrânea rs, mas porque tenho de rever o episódio depois de ler os textos, e os episódios sempre ficam melhores. Pena que ela não grave podcast.

    Só queria parabeniza-los pelo bom trabalho. Um abraço para toda a equipe e, nas palavras do meu doutor favorito, Geronimo!

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  6. Nossa.. eu não lembrava nada desse episodio. So do molequinho sinistro e do Barrowman. Alias, no inicio eu não fui com a cara dele. Mas ele foi me conquistando (sem cunho sexual) no decorrer do episodio. Acreditem, a “condição sexual” dos seres humanos no seculo 51, de onde o Capitão Jack veio, tem nome: omnissexual. Aquele que sente atração por homem, mulher e aliens!! Ele vai flertar muito com aliens durante as viagens.

    Apesar de achar o episodio muito legal, eu não revi ele depois da primeira vez. Acho que vou reve-lo hoje.

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    • O Legal e que durante as comemorações dos 50 anos de Doctor Who, o 5°, 6° e 7° Doutores gravaram o “Five(ish) Doctors”, que contava a historia deles andando pelos bastidores das gravações do Especial “The Day of The Doctor”. Nisso eles encontram o Barrowman com uma atitude suspeita entrando no carro… o que acontece depois e sensacional!!

      Esse curta e dirigido pelo Peter Davison, o 5° Doutor, com participação de uma galera que faz parte da serie e varios fãs da serie, como o Peter Jackson e ate mesmo o Ian Mckellen… Tem no You Tube..

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      • Tem no youtube e para os fãs é parada obrigatória pra ser vista.
        Por essas e outras que mesmo sem ter visto quase nada do 7th Doctor, Sylvester McCoy já ganhou meu coraçãozinho =)

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  7. Esses dois episódios são sensacionais! Eu como um fã de filmes B e C de terror, fiquei muito empolgado. Sem contar as piadas incríveis.
    Ouvindo o podcast fiquei surpreso ao descobrir que Barrowman é homossexual, já que meu primeiro contato com o ator foi em Arrow, onde o perfil galanteador se repete, o que provavelmente deve ser uma característica do ator.

    Sobre a solução do Doutor em mandar os “zumbis” irem para o quarto, achei extremamente pertinente, principalmente com o final que explica que os nano-robôs replicaram exatamente as características de uma criança.

    Excelente Podcast, abraços.

    @LucasTezotto

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  8. Com certeza entre meus episódios favoritos da série em geral, e do 9º Doctor em particular.
    A trilha sonora do podcast, para variar, matadora. Que paciência pra garimpar tanto música “temática”, por assim dizer =)
    É pra fazer enquete? Aqui vai.
    5 de 5 robôs gigantes para o episódio duplo.
    4 de 5 Cap. Jack pro episódio do podcast, só por ter chamado essa pérola televisiva de arrastado (hehehe). OK, volta um ponto pela trilha sonora, fica 5/5 mesmo =)

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  9. Muito bom o episódio! Este é dos meus episódios favoritos,

    A metáfora de uma cura que tornar-se uma arma em meio a guerra é incrível, pois ao defender alguma guerra sempre propõe-se que ela vai curar algo. Ao mesmo tempo, em meio a guerra o doutor que ninguém vai morrer é muito foda!

    Tudo de bom a todos!

    Tiago

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  10. “Everybody lives, Rose! Just this once, everybody lives!!”

    Depois de The Day of the Doctor essa fala em questão toma uma importância tão maior… Se espera exatamente essa reação do Doutor que “nasceu” do trauma de ser obrigado a cometer o genocídio que praticamente extinguiu a sua própria espécie. Isso é como se ele dissesse: “eu não pude impedir daquela vez, mas agora é diferente, ninguém vai morrer”. É realmente gratificante perceber que apesar de não ter sido pensado na época, as coisas se encaixam como uma luva.

    Hoje, esses dois episódios que eu já achava excepcionais, ficaram até melhores.

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  11. Quanto a pergunta “…foi a Inglaterra que ganhou a Guerra?” segundo meus (parcos) conhecimentos os ingleses passaram um perrengue desgraçado sofrendo raides aéreos constantes http://migre.me/lEUwV e racionamento de comida e combustível -num país que precisa MUITO deste para enfrentar invernos rigorosos – nos anos iniciais da 2ª Guerra.
    Como a França abriu as pernas logo no início(maio ou junho de 1940) o único “grande” na Europa a resistir aos Alemães foram os súditos de Sua Majestade já que a Rússia de início ficou do lado dos chucrutes (Pacto de Não Agressão my ass!) e Tio Sam ficou neutro deixando os ingleses sifu mesmo com Churchill gritando help direto.
    Só depois de Pearl Harbor (dez/41) resolveram mandar a cavalaria pra “salvar o mundo” e poder fazer filmes de Hollywood mostrando o quanto eles são fodões!
    Os ingleses tem uma certa birra dos ianques por causa disso – e se vc for estudar um pouco vai ver que eles tem razão – http://migre.me/lEVnk http://migre.me/lEW5g
    Então nada mais natural que eles exaltem a si mesmos.Só brasileiro é que tem mania de se depreciar (ouvi um latido aí?)!

    P.S. Nota 7,5 pro episódio 09 e 8,5 pro 10.E 10 por podcast!!!

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  12. Nem preciso dizer que esse episódio é excelente, assim como todos os outros escritos pelo Moffat na era do Russel T. Davies, cinco estrelas é pouco pra ele. Minhas considerações são:
    1- ADOREI a Rose nesse episódio, simplesmente porque o tempo todo ela tá tirando onda com o Doctor, nós somos acostumados a ver uma postura de respeito e até submissão por parte das companions, portanto, nesse sentido, esse episódio foi muito bem vindo, até me lembrou os eps com a Donna Noble.
    2- É muito interessante a forma como o capitão Jack vai sendo apresentado, o episódio nos induz a acreditar que ele é um time lord, pelo fato dele ser um viajante do espaço-tempo, possuir um papel psíquico, possuir uma nave “descolada” capaz de se camuflar no ambiente e aparentar ser muito inteligente, até a Rose compara os dois. Essa impressão ficou tão forte em mim, que eu só fui perceber que ele era humano (eu achava que ele era um alien) quando reassisti a série rs.
    3- A célebre frase “everybody lives” acabou se tornando marcante para mim por dois motivos, o primeiro é que pela primeira vez eu vi o Doctor, de fato, como um doutor, a satisfação e a felicidade que ele demonstra ali é algo comovente, nos faz pensar que, apesar dele precisar ser frio e cruel as vezes, porra ele ainda é um heroi! O segundo é que esse deve ser o único episódio do Moffat onde, realmente, todos vivem rs.
    4- É um dos episódios mais aterrorizantes (talvez o mais, pra mim), fiquei com muito cagaço quando assisti pela primeira vez.

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  13. Gente do céu, essa sequência é a mais assustadora de todo o Doctor Who. O mais engraçado é que eu assisti enquanto meu marido dormia. Imaginem ele acordando com os meus berros, olhava para a TV e tudo o que via era uma máscara de gás. “Por que raios você tá gritando???”, perguntava ele. Tomei altas broncas, haha.
    Bem legal o programa, eu ainda não conhecia. Vou ouvir os anteriores.
    Beijos!

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  14. Quanto a questão do desenho que o Doutor faz para saber se as crianças viram o cilindro, acredito que o desenho bizarro seria porque assim desenharia uma criança, e ele estava falando com crianças.

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  15. Esse episódio é ótimo. Faz tempo que assisti, mas aquele garotinho é amedrontador de verdade. O final do segundo é bem marcante também, me emocionei com a ação da Nancy.

    Fora a presença do excelente Capitão Jack, que daria melhor companion que a Rose; só perde para o Mickey.

    Pena que a fase Eccleston está acabando. Comecei a terceira temporada agora, mas ainda não me acostumei ao Tennant.

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  16. Vocês gravaram esse episódio a tanto tempo, que na lista que o Ultra tava lendo com os trabalhos do John Barrowman nem apareceu que ele tá nas duas temporadas de Arrow.

    E a River Song é a mãe da Sarah Lance.

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  17. Olá amiguinhos, como sempre, ótimo episódio! Muito triste pois a era Eccleston está acabando 😦 , bom saber que eu e a Rainha da Inglaterra temos o mesmo doutor como favorito.
    Esta aura meio gay (diria sem preconceito) do Doctor Who ocorre principalmente pelo produtor, Russel T. Davies, que além de ser abertamente gay é também produtor da série Queer as Folk, série britânica que tratou sobre o universo gay, ou seja, o cara manja (hmmmmm….), além de ser ativista da causa.

    O Curse of Fatal Death além de trazer o Rowan Atkinson como 9º Doutor traz outro dado interessante, o 10 º é interpretado por Richard E. Grant, que foi a pessoa que deu a voz para uma versão alternativa do nono doutor que foi lançado em 2003, uma animação chamada Scream of Shalka. Além disto fez um dos representantes da Grande Inteligência na série atual, Dr. Walter Simeon

    E já que citaram esta séria e um crossover Cyberman/Aliens gostaria de mostrar aqui um trabalho de fã que gosto muito que é o Ten Doctors, comics feita por um carinha que mostra um multi-encontro quando tinha apenas os dez primeiros Doctors, aparentemente o cara coloca todos os aliados e vilões que apareceram na série até então.
    http://comics.shipsinker.com/downloads.php

    Abraços!

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  18. Um ponto engraçado: a marca dos nanogenes na mão dos infectados é a mesma marca feita na mão do Décimo Doutor no episódio com a Filha do Doutor.
    Mais uma vez, trilha sonora excelente!
    A idéia dos nanogenes foi usada como plot twist no fim da era do Tennant. O Master usa isso pra transformar todos na terra igual a ele.
    Pra mim, que não me liguei com gente morrendo no seriado, achei estranho ele dizer isso. Mas revendo o episódio, senti a emoção.
    Essa primeira temporada foi a que mais abordou temas “polêmicos” de forma tão clara. Os britânicos são conhecidos por ‘seguirem em frente’ e o fato da série sempre cutucar isso é o que mais me diverte; isso e o Doutor zombando de seu próprio corpo e da humanidade em geral.
    Outro ponto engraçado: a Rainha da Inglaterra Liz II prefere o Nono Doutor a todos os outros da nova série.

    Podcast espetacular como sempre e se disporem de tempo, roubem umas informações do site TardisDaraCore que lá tem tanta informação que se o ‘Mofáti’ entrasse lá, não teria furinhos no roteiro.

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  19. Gosto muito desses dois episódios, pq alem de ter uma pegada que eu gosto (terror), ele trata de temas pesados (Guerra, fome, abandono, gravidez na adolescência, morte infantil, desespero e etc)…..td isso em uma “serie pra família” haha. Também gosto muito da dinâmica do Capitão Jack “Salimena” Harkness e da Rose “periguete Universal” Tyler haha.

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  20. Curti essa nova função de “homem-wikipédia” do JP hahaha

    Sobre o episódio, um dos meus favoritos da temporada, até por apresentar meu personagem favorito no universo da série. Também acho que poderia ter sido um episódio só, e esses cliffhangers estilo seriado do Batman são mesmo um saco. Sobre os trabalhos do John Barrowman que comentaram, sempre bom lembrar que ele tá em Arrow e vai voltar a ter mais destaque nessa temporada.
    Ah, e confesso que aquela criança fantasma demônio me deu um certo nervoso quando eu assisti.
    E temos mais uma vez a “série pra toda a família” falando sobre temas que não são tão bem vindos assim né, nesse caso foi a Nancy tendo um filho na adolescencia

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