S01E03 – “The Unquiet Dead”

capa s01e03

No episódio dessa semana JP, Thales Martins e Raphael Salimena fazem a brincadeira do copo e vão para o passado ajudar Charles Dickens a lidar com fantasmas:

Ouça agora ou faça o download (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Link ou Destino Como). Ou assine o nosso feed.

Fale com a gente no e-mail whocarespod@gmail.com, no twitter @WhoCaresPod, ou no facebook.com/WhoCaresPod

Enquete: o que você achou do episódio “The Unquiet Dead”? Dê sua nota!

 

Comentados neste episódio:

  • O Alan Moore zumbi:

    alanmortoDW

 

 

Anúncios

39 pensamentos sobre “S01E03 – “The Unquiet Dead”

  1. Estou reassistindo essa primeira temporada e ouvindo os episódios conforme o faço. Adorei o Podcast, vim por indicação lá do MDM.
    Eu não acho esse episódio tão fraco assim, citando uma fala clássica do próprio Ultra, digo, o Thales “Me diverte.”.
    Sobre esse episódio ser o primeiro a citar o “Bad Wolf”, isso está errado. O primeiro episódio a fazer essa citação é o anterior (The End of The World). Em certo momento, após os problemas que aparecem naquela espécie de observatório em que os personagens estão, o personagem Moxx of Balhoon diz “Indubitably, this is the Bad Wolf scenario.”
    Vocês podem conferir essa fala nesse vídeo aqui : https://www.youtube.com/watch?v=eEL_kJ8tmu8

    Curtir

  2. O motivo da TARDIS “errar” o lugar para onde o Doctor quer ir é realmente porque ela vai para onde quer, na verdade, ela leva o Doctor onde ele precisa estar. Se liga no diálogo que aconteceu no ep 6×04 – The Doctor’s Wife:

    -Doctor: Já que estamos falando, e não é uma oportunidade que temos sempre, quero dizer, sabe, que você nunca foi muito confiável.
    -TARDIS: E você sim?
    -Doctor: Nem sempre vamos onde quero ir.
    -TARDIS: Não, mas sempre vamos onde você precisa ir.

    Curtido por 1 pessoa

  3. No final da temporada bem que vocês podiam lançar uns tops 5,5 melhores momentos, maiores tosqueiras, piores momentos. Seria legal ver a evolução tanto de roteiro quanto de conceitos através da temporada.

    De resto é bom escutar um podcast de quem gosta de Doctor Who e não se acha um doutor (a lá Nerd Reverso) no assunto.

    Curtir

  4. Tem coisas que eu gosto do episódio – Rose e Doctor são legais juntos, todo aquele ‘draminha’ da Time War e sobre como Doctor escolhe acabar com todo mundo e precisa explicar pra uma Rose preocupada por que deixou a minazinha morrer (que já tava morta). Acho legal o episódio, tem piores (Love & Monster, oi).

    Excelente terminar o episódio com Roupa Nova, aliás. Podia ser marca registrada. =D

    Curtir

  5. Ah e o final da Gweneth (sei lá como se escreve), eu entendi que ela morreu durante aquele processo de ser a intermediária e fazer a passagem para os bilhões de Gelth, que, para mim, é algo completamente aceitável. A partir daí, eu entendi que, uma vez morta, algum Gelth que era contra a invasão (sempre tem um do contra) assumiu o controle do corpo dela e impediu o negócio. Mas eles não explicam nada mesmo, cada um entende como quer rsrs…mas eu acho legal esses episódios em que o Doctor não consegue explicar alguma coisa, afinal, ele parece que sempre sabe de tudo.
    E durante a primeira metade dessa 1º temporada a Rose leva muito esporro do Doctor, cara, por isso que eu digo que, embora muita gente não goste dela, ela foi a companion ideal para esse 9º Doctor porque ela é muito compreensível e passível, não é qualquer uma que aguentaria essas oscilações de humor dele!

    Curtir

  6. Esse episódio é bem morno mesmo, mas é assistível, tem coisa muito pior por vir nessa e nas próximas temporadas, aliás estou ansiosíssima pro podcast do próximo episódio porque sei que vou dar muita risada kkkkk…como é um episódio duplo, seria mais lógico fazer um único podcast pra ele.
    Sobre a Tardis, no episódio “the doctor’s wife” ela mesma diz ao doctor que nem sempre o leva aonde ele quer, mas que sempre o leva pra onde ele PRECISA estar, o que me leva a questionar até onde vai influência da Tardis, e isso é um ponto que eu vou levantar na conclusão dessa temporada, porque é algo que me intriga muito, e espero ver uma discussão sobre isso aqui.
    Quanto às regras sobre viagem no tempo e paradoxo, Doctor Who não tem, caras rsrs…eles usam de tudo um pouco, é uma mistureba do cacete. E o termo “ponto fixo” foi criado ainda na fase do Russel T. Davies, o 10º Doctor usa bastante esse termo.
    “wibbly wobbly timey wimey stuff = FODA-SE” kkkkkkkkkkkkkkkkkkk…que definição mais sensacional! Vou levar pra vida!

    Curtir

  7. Torchwood: vcs deviam assistir, vale a pena. A primeira temporada não é lá essas coisas, a segunda é legal e a terceira – que só tem 5 episódios e a participação do Capaldi – é uma pequena obra prima de FC. (e a quarta temporada não aconteceu, não importa o que digam).

    Acho a escrita do Gatiss de irregular para ruim, pelo menos pra DW (embora ele tenha feito um bom trabalho com o An adventure of space and time) Talvez o melhor executado (em conceito e desenvolvimento) seja o Victory of the Daleks e o meu preferido é o Night Terrors – que eu sei que mt gente não curte.

    E o Dickens, coitado, foi mesmo muito mal aproveitado. O Christmas Carol do Moffat rende uma homenagem muito mais eficiente do que esse ep.

    Curtir

    • Até vale a pena assistir Torchwood como complemento à Doctor Who, ver episódios nesse universo com histórias criadas para passar fora do horário nobre, consegue te levar até a segunda temporada de boa, dai é aguentar chegar à terceira temporada que é a que vale mesmo.

      O Christmas Carol eu já não curti mesmo, mas foi onde eu passei a aceitar melhor o Matt Smith, não esqueço quando ele manda: “Só teremos quatro chances para pegar de volta.”

      Curtir

  8. Não lembro direito porque faz tempo que assisti e nunca revi, mas acho que no primeiro especial de natal os aliens aceitam a proposta do Doctor pra ir embora (mas acaba não dando muito certo mesmo assim).

    Sobre esse episódio, eu gostei de ter sido a primeira vez que via uma figura histórica na série… Fora isso, não tinha mais muita coisa pra gostar

    Curtir

  9. Esse episódio é muito ruim mesmo, quando eu assistia essas coisas da S01 ainda continuava com o ignorador de tosquice ligado, mas tava bem difícil esse daí hehe

    Curtir

  10. De novo outro episódio que muito não gostam, mas eu curti pra caramba. Até hoje digo que vou tentar ler algo do sujeito Dickens, mas ainda nada. Sobre a aleatoriedade, lá pra frente no episódio ”The Doctor’s Wife” (escrito pelo Neil Gaiman aliás) a TARDIS encarna no corpo de um mulher e em um ponto ela e o Doutor discutem o motivo pelo qual ela raramente vai pra onde o Doutor quer. Ela responde dizendo que nem sempre leva o Doutor pra onde ele quer ir, mas sempre o leva pra onde ele precisa estar… ou pra onde é mais divertido. Lá ela também corrige algo que ele sempre diz, não foi o Doutor que roubou a TARDIS para fugir, foi a TARDIS que roubou o Doutor porque estava entediada e queria viver aventuras.

    Ah, e em Cardiff existe uma fenda no tempo espaço, é tipo um buraco na estrada… com um imã gigante que atrai merda no fundo… basicamente a mesma coisa que rola na realidade.

    Curtido por 3 pessoas

    • Verdade. Tem essa explicação e tem a clássica, que a TARDIS sempre erra o local e a data por causa de um defeito técnico que ela possuia quando foi roubada pelo doutor.

      Segundo a Tardis Wiki:

      The craft was prone to a number of technical faults, ranging from depleted resources (TV: An Unearthly Child, The Wheel in Space, Vengeance on Varos) to malfunctioning controls (TV: The Edge of Destruction) to a simple inability to arrive at the proper time or location. (TV: The Visitation, Attack of the Cybermen, The Eleventh Hour, Victory of the Daleks, The Girl Who Waited and many others) However, because the TARDIS was a living being, these “faults” may instead have been at least partially attributed to the manifestation of the Ship’s free will. Indeed, the TARDIS herself once told the Eleventh Doctor that she may not have always taken him where he wanted to go, she had always taken him to where he needed to go. (TV: The Doctor’s Wife)

      http://tardis.wikia.com/wiki/The_Doctor%27s_TARDIS

      Curtir

  11. Ainda acho que roteiros piores nos aguardam. A morte da vidente não tem explicação declarada, mas ameniza a história como uma entidade “sobrenatural” não maligna que os ajuda e alivia o peso no lado do herói. Parecem mais como subterfúgios para deixar tudo mais família.

    Curtir

  12. Esse foi o primeiro Episodio que eu assisti. É impressionante como tua memoria te prega peças quando tu gosta de algo. Me lembro de algo dramático, triste, quando o Doutor diz a Rose que o Charles nunca iria escrever sobre aquilo, pq iria morrer em uma semana. Re-assisti ao episodio ontem, e vi que ele fala que o Dickens vai morrer, como nem se importasse, parece até que ri.

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s