S01E01 – “Rose”

capa s01e01c

Seja bem-vindo ao WhoCares, o podcast que vai te acompanhar por todos os episódios de Doctor Who! Nesse primeiro programa JP, Thales Martins e Raphael Salimena enfrentam o episódio piloto e os manequins mais polêmicos da televisão mundial:

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Enquete: o que você achou do episódio “Rose”? Dê sua nota!

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77 pensamentos sobre “S01E01 – “Rose”

  1. No final de setembro comecei a assistir as temporadas do new who, e ontem terminei de assistir o final e da 8° temporada.
    Mesmo com as tosqueiras e os defeitos especiais da 1° temporada, é uma das q eu mais gosto!
    Adorei as considerações de vcs sobre os eps. Ria tanto sozinha (*nerdice*), que quem escutava me achava ( ou constatava) q eu era louca.😝
    Agora deixa eu ouvir os outros pods!

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  2. Comecei hoje a escutar esta bagaça. Fazendo maratona pra alcançar os Ep da S08 e saber a opinião destes caras. Assim como o Salimena só faz o Podcast porque não tem amigos para discutir sobre, eu tbm escuto isso aqui só por este motivo. 😉
    Eu gostei de DoctorWho desde o primeiro episódio, já esperava esta tosquisse toda, e contrário ao que foi dito eu gostei bastante da Rose desde o começo.
    Sobre a morte do fã freaky do Doutor, eu (caçador de metáforas onde não há) entendo como um jeito de abrir a série para o novo, a Rose sendo o novo público ‘ultimate’ e dando um refresh pra audiência, ou algo assim.
    Parabéns pelo episódio.
    Vou pro próximo.

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  3. Baixei o episódio de estréia do Who Cares Pod imediatamente antes de assistir a esta merda disfarçada de episódio… O mais interessante foi que eu passei os cerca de 45′ esperando que algo de espetacular acontecesse, ou que pelo menos justificasse a ‘fã boyzisse’ que vejo nas mídias sociais. Independente disso não perdi as esperanças ainda… Vou acompanhar a série e ver se me identifico com o passar dos episódios.

    Parabéns pelo excelente podcast, dinâmico, enxuto e bem engraçado. Continuem com um trabalho de qualidade.

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  4. Lembrando aqui, eu posso dizer que realmente não esperava muito da série também julgando pelo primeiro episódio mas fui dando uma chance ali e outra aqui e valeu muito a pena. O Doctor do Ecleston é muito bom e mereceria até mais de uma temporada que nem os outros, o que infelizmente não aconteceu. Esse de estréia “Rose“ realmente não ajudou muito. Acho que o segundo foi um dos episódio da primeira que mais me chamou a atenção.
    Parabéns pelo cast, pretendo acompanhar e ouvir os outros também.

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  5. Ao contrário da maioria eu fui fisgado logo pelo primeiro episódio. Eu já tinha ouvido falar da série antes, na verdade já faziam uns dois anos, e um dia naquela de esqueci de fazer minha matrícula no colégio, internet tá rápida, resolvi baixar. Tanto me fisgou que seis dias depois eu já tinha terminado todas as seis temporadas da série moderna, e na espera pela sétima. E também sou um dos poucos que aprecia a presença da Rose, mesmo com a ocasional vontade de matar a infeliz.

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  6. Sempre recomendo começarem pela primeira temporada, mais acho que é porque eu considero um absurdo não começar a acompanhar algo pelo começo. O Segundo episódio é muito mais legal, mais é “The Doctor Dances” o melhor para mim, da primeira temporada.

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  7. Mais um podcast semanal para ouvir! Como já falei no twitter, comecei a acompanhar Doctor Who do atual aos clássicos! E sobre o episódio Rose, achei ele bom, e gostei muito dos manequins, achei bem feito para o ano que foi lançado e ser uma produção da BBC, talvez eu tenha assistido esperando uma coisa muito ruim pelo o que falaram no cast! A única coisa que me incomodou foi a filmagem do tipo novela mexicana! Abraços

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  8. Esse podcast foi o motivo que faltava pra começar a assistir Doctor Who. Ótimo primeiro pod, se vocês fizerem um para cada episódio, incluindo os pré 2005, eu com certeza os escutarei! Abração!

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  9. Parabéns pelo podcast pessoal, achei que teve um bom começo, bem ao estilo baixo-orçamento-pior-não-pode-ficar da série. Também sou um fã relativamente recente do doctor who (comecei a ver no ano passado e corri atrás pra dar tempo de ver o filme na data). Mas desde que eu vi o episodio “Rose” fiquei com uma dúvida… Algum de vocês sabe se a série foi exibida pelo Multishow em algum momento? Quando vi os manequins, tive a impressão de já ter assistido a um pedaço do episódio lá por volta de 2006 e ter desistido de ver inteiro por causa da tosqueira. E tenho a clara impressão de ter sido no Multishow (mas também pode ter sido na TV Cultura e e estar redondamente enganado). Fiz uma busca no Google e não achei nada sobre o assunto. Há também a possibilidade de eu ter vivido uma realidade paralela e tudo isso ter sido apagado do continuum espaço-tempo. Abraço!

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      • Thales, John, acabei de ver em um comentário mais abaixo, do Gus, que na verdade era no People + Arts que passava e não no Multishow, acabei confirmando em uma busca no google agora. Tenho a lembrança forte de ter visto o início do episódio ‘Rose’ porque isso aconteceu no dia em que me mudei da minha cidade para Porto Alegre, onde morei cerca 8 anos. Valeu, abração!

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  10. Foi o primeiro episódio que vi da série – sabia apenas que tinha a ver com viagem no tempo e alienígenas. E o que vi no primeiro episódio me surpreendeu positivamente, por que não teve viagem no tempo (rá!) e os alienígenas eram completamente diferentes do que eu esperava – aliens grandiosos, naves e absurdos. Além de serem estupidamente idiotas, coisa que comumente não se espera de alienígenas sempre retratados como superiores).

    Imaginar que aliens teriam uma ideia como a de controlar manequins é surreal e idiota demais, mas se temos tantos idiotas entre nós, quem foi que disse que não existem aliens idiotas. Gostei disso no primeiro episódio, ficou a sensação de “ok, os ingleses pensam um pouquinho diferente”. =D

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  11. Foi o primeiro episódio que vi da série – sabia apenas que tinha a ver com viagem no tempo e alienígenas. E o que vi no primeiro episódio me surpreendeu positivamente, por que não teve viagem no tempo (rá!) e os alienígenas eram completamente diferentes do que eu esperava – aliens grandiosos, naves e absurdos. Além de serem estupidamente idiotas, coisa que comumente não se espera de alienígenas sempre retratados como superiores).

    Imaginar que aliens teriam uma ideia como a de controlar manequins é surreal e idiota demais, mas se temos tantos idiotas entre nós, quem foi que disse que não existem aliens idiotas. Gostei disso no primeiro episódio, ficou a sensação de “ok, os ingleses pensam um pouquinho diferente”. =D

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  12. Bom episódio inicial de um podcast;
    O nono doutor é com certeza meu favorito, dos novos é o único que consegui trazer autoridade na voz, vamos ver se o Capaldi vai seguir uma vibe assim.
    Espero que continuem com o projeto! Abraços!

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  13. Parabéns pelo podcast, muito bom mesmo. Vocês ficam praticando auto-bullying já que não tem o Hell e os outros. Conheci a série de um jeito meio torto, pois cheguei na nova série através do filme do Peter Cushing de 1965 (Dr. Who and the Daleks). Sou colecionador de filmes de terror antigos, e estava em uma fase que via tudo da produtora Hammer, logo comecei a ver todos os filmes que o Cushing tinha atuado e cheguei no Dr. Who. Comecei a assistir a nova série em meados de 2008 e realmente o primeiro episódio é difícil de assistir. O 2º episódio (The End of the World) e o 3º (The Unquiet Dead) são muito melhores, mas 4º e o 5º são uma bosta. A série me ganhou de vez no 6º por causa da atuação do Eccleston, o cara dá um show contracenando com um saleiro, muito foda mesmo. Depois gabaritei o resto da série nestes intervalos entre as temporadas assista alguns arcos das séries antigas. Parabéns novamente e continuem, mas não esqueçam dos seus podcasts originais, pois vocês fazem falta lá também! Grande abraço.

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  14. Parem de reclamar está otimo; Alias otimo também está o podcast. Parabens pelo trabalho. Desejo muito sucesso. Estou assistindo a primeira temporada classica e digovosvos quem assistiu o especial adventures in space in time ( ingles nordico) olha as cenas e percebe como o ator se esforçou para fazer o papel. Fazendo um paralelo com o Ecleston, observa-se a importancia de ter otimos atores que se doaram a ideia do personagem.

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  15. Comecei com Doctor Who exatamente por esse episódio, e quando fui assistir eu já sabia do baixo orçamento e do ar de tosquice que ela tem, talvez por isso eu não me surpreendi e nem me desagradei muito com o episódio, assisti numa boa (claro que dando umas boas risadas, as vezes). Eu achei a plot de um ser alienígena que pode controlar tudo que é, ou provém, do plástico muitíssimo interessante, o problema é que foi mal executado, pois estava limitado pelo orçamento.
    Eu só conheço essa série nova, de 2005 para cá e, pelo visto, vocês também, seria interessantíssimo se chamassem alguém que conheça a clássica para nos dar mais informações, nos orientar e nos instigar à assistir a série clássica.
    Concordo absurdamente com a carinha que disse que o Eccleston é o melhor Doctor de todos rsrs…existem coisas que me incomodam no 10º Doctor e coisas que me incomodam no 11º Doctor, mas o 9º é PERFEITO. Como bem disseram, ele tem um certo equilíbrio, consegue transmitir várias emoções (raiva, tristeza, felicidade, comicidade, ironia, autoridade, etc) com muita veracidade e sem ser caricato, ele é um ator fantástico e até os episódios mais trash, como aquele dos slitheen, valem a pena por causa dele. Fiquei desolada quando ele saiu.
    Eu também não simpatizei com a Rose logo de cara, mas como o passar do tempo eu fui gostando dela, muito por causa do próprio Doctor, no começo a gente vê que ele não dá muita importância pra ela, mas no final isso muda completamente, ele a ama tanto e, querendo ou não, isso dá moral pra ela.
    Dou uma nota 6/10 pro episódio Rose.

    Gostei muito do podcast de vocês, foram bem objetivos! Continuem, por favor! rs

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  16. Mesmo sabendo que a série tinha fama de tosca, fiquei embasbacado com o nível de tosquice do episódio Rose, e geralmente quando não gosto de uma série de primeira, é muito difícil eu dar outra chance. Mas foi só ver End of The World que passei a amar a série. Tanto que este episódio, até hoje, é um dos meus favoritos. Nota: 5 de 10

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  17. Comecei a assistir a série esse ano, já tinha ouvido falar a respeito, mas um amigo insistiu e me convenceu de que era legal, vi os primeiros 10min de “Rose” e parei, achei que a tinha sido jogado no meio de um episódio já iniciado, tudo acontecendo rápido e muita ou pouca informação demais, parei e só retornei uns quatro dias depois e vi até o fim e continuei achando tosco e bem mais ou menos, mas então veio “End of the World” e me apaixonei pela série. Nota 4,5 para o episódio “Rose”.

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  18. Normalmente não comento em blogs e podcasts, mas sei como feedback é importante no início de um trabalho.
    A princípio, fiquei meio receoso com a proposta de um programa por episódio da série. Me dá medo de ficar cansativo, ou que não tenham pernas para produzir tantos podcasts. Achava melhor que fossem feitos blocos de episódios para serem comentados a cada programa, mas o papo foi tão legal nesse primeiro, que mudei de opinião.
    Gostei do fato de vocês não se colocarem como experts no assunto, dando espaço para suas opiniões e sensações. O review foi detalhado na medida certa, sem aquelas cabacices exageradas.
    Só de não utilizarem o termo “whovian”, já saem na frente.
    Continuem o bom trabalho.

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  19. Excelente estreia, pessoal!

    Só complementando umas informações que ficaram faltando:
    – Foi na verdade uma retomada a série televisiva, já que ela continuou existindo ainda em audio dramas e gibis.
    – Os efeitos especiais toscos acontecem devido ao fato do orçamento da série ser baixo. A BBC é uma rede pública de televisão, então o orçamento acaba sendo apertado. Como tem pouco dinheiro, eles investem mais na qualidade dos roteiros.
    – A Billy Piper só foi convidada pois eles queriam um rosto mais conhecido na série. Ele era uma dessas cantoras adolescentes e já tinha se envolvido em um romance com alguem mais velho e tchananã.

    Do mais, só parabéns! E já me ofereço para ajudar na gravação de alguns episódios! =D (o Thales já gravou comigo sobre o especial de 50 anos)

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  20. Eu gosto desse episódio. A primeira temporada da nova série é muito boa, mas tem episódios que testam sua coragem de continuar a assistir (os dos Slitheen e o “Long Game”) . Esse episódio é bom pra (re)introduzir o personagem.

    A série clássica é muito legal também, vale a pena assistir. É um pouco parada, tem muito jeito de teatro, mas é legal ver conceitos básicos da franquia sendo construídos.

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  21. Concordo que as coisas são bem toscas… Mas acho que eu já comecei a ver Doctor Who (pela nova série) sabendo que as coisas eram meio tosquinhas, porra… Os vilões mais icônicos são saleiros gigantes! Quanto ao lance dos manequins, são bem toscos mesmo… Mas eu tinha entendido que Nestene tinha transformado as mãos deles em pistolas de plástico, como alguém que eu não lembro (acho que o JP) falou no podcast.

    Acho até meio charmoso essas soluções criativas pra falta de orçamentos cinematográficos.

    Enfim, parabéns pelo podcast. Estava pensando em rever os episódios dessa série nova (falta coragem de começar a ver os episódios antigos, acho que vou procurar pelos mais icônicos) e depois de ouvir o podcast acabei instigado.

    Ah, nota do episódio… Já tinha gostado muito quando vi, revi agorinha e gostei ainda mais acho que vale um 8,0/10,0

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  22. Na primeira vez que tentei assistir a série (acho que foi em 2012 isso) eu achei esse episódio tosco demais, aí ano passado resolvi dar outra chance e vi que tem seus pontos positivos e continuei acompanhando. Se eu tivesse começado a acompanhar pelo filme dos anos 90 eu provavelmente nunca mais ia querer saber da série, acho que nada ali se aproveita

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  23. Cês tão sacaneando, mas eu sinto falta da tosquice intrínseca às primeiras temporadas do reboot. A era RTD e aqueles efeitos especiais Sy Fy Channel, saca? Eu curto. Quando o dinheiro começa a entrar já na quinta (ou quando é despejado na sétima) minha impressão é a de que algo se perdeu no meio do caminho. A “inocência”, talvez. É o que eu vivo dizendo: acho a cara de pau uma qualidade louvável. “Partiu fazer uma seriado de Ficção Científica/Fantasia com um roteiro complexo mesmo que a gente só tenha como verba 500 libras e duas caixas de cerveja”.

    De todo jeito: eu gosto bastante de Rose. Comecei a ver DW por esse episódio em 2011. Com o início do plot rocambolesco dos manequins eu já conseguia sentir o apelo: sim, esse troço é para mim. Mas eu tenho um senso de humor meio enviesado, então acho que o Thales e o Salimena têm razão, e The end of the World é talvez o episódio que fisga por excelência (sei que o JP só considera a série a partir de Dalek, o que acho particularmente uma pena, já que eu tb gosto do ep do Dickens). Nele as regras do jogo – tanto da série quanto da dinâmica Rose/Nono – são colocadas de um jeito que não cabia em Rose: há a galeria de personagens bizarros, a identificação da Rose com os underdogs, o sacrifício do inocente em favor do bem comum. Aliás, o segundo episódio do reboot mostra algo que não é tão comum em outras séries que não sejam GoT: morre gente pra caralho, e esse é teoricamente um seriado para a ~família~. Estranho mesmo é quando não morre ninguém – e just this once everybody lives! (E isso não é uma invenção dos anos 2000 mas uma constante na série clássica: só no primeiro arco de 63 o bodycount é de uns 4 caboclos – se não me falha a memória – morrendo de forma bastante violenta).

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  24. Vamos lá! Primeiramente, Gallifrey era sim uma constante na Série Clássica. O Doctor frequentemente ia pra lá resolver alguma treta, e existem diversos plots que envolvem o próprio destino do Doctor que são focados em Gallifrey (o Segundo se regenerou pois os Time Lords exilaram ele, por exemplo. O Terceiro saiu do exílio após salvar Gallifrey (com a ajuda do Segundo e do Primeiro), e o Quinto (com a ajuda dos quatro anteriores) também salvou Gallifrey e foi convidado para ser Lorde Presidente, coisa que ele já foi em um episódio do Quarto). Então era comum você ver os Time Lords (uma das companions do 4th Doctor era uma Time Lord também, chamada Romana), assim como o planeta dos Daleks (Skaro) também apareceu na série clássica em alguns episódios. Existem algumas diferenças nos principais vilões, tipo os Cybermen, visto que os Cybermen da série clássica não são os mesmos (em questão de origem) da Nova Série, e a origem dos Daleks é contada logo no segundo arco do Primeiro Doctor.

    No Brasil só a série nova foi exibida (na Cultura e no próprio canal da BBC HD), mas tem gente que diz que na década de 60-70, os filmes do Peter Cushing (não são canônicos, são dois filmes baseados nos arcos “The Daleks” e “The Dalek Invasion of Earth”, e também exibidos na década de 60 lá fora) já foram exibidos na TV aberta. Também tem gente que diz que já viu o filme do Oitavo (de 1996) na TV aberta, mas nada 100% confirmado, só relatos mesmo…

    O boom da série por aqui foi mesmo a partir de 2010, com a 5ª Temporada (quando o Moffat assume), mas já existiam alguns fãs.

    Enfim, já falei muito. Recomendo fortemente que assistam a série clássica, pois tem muita coisa boa lá (se você ignorar, claro, a tosqueira dos efeitos e a lentidão do desenvolvimento de histórias). Aguardando a segunda edição do podcast o/

    Ah, os Autons (que são os manequins) também são inimigos da série clássica, e eles foram os primeiros inimigos do Terceiro Doctor! (a UNIT também já existia na série clássica, só por fator de curiosidade).

    Abraços. E meu Doctor favorito é o Oitavo! As aventuras em áudio dele são ótimas!

    Curtido por 1 pessoa

      • E eu esqueci de comentar! O Guia do Mochileiro foi sim inspirado em um roteiro do Douglas Adams pra Doctor Who!

        O Shada (a Suma lançou o livro esse ano, não sei se vocês chegaram a ler) é um episódio da série clássica que não foi acabado. Era um arco do Quarto Doutor com a Romana, e ele foi filmado em mais ou menos 60-70%). Porém, nessa época houve uma greve de roteiristas, e isso paralisou a produção. O Douglas Adams ficou puto e saiu da série, e reaproveitou os conceitos que usaria nesse episódio pra criar tanto ‘O Guia’ quanto ‘Dirk Gently’s’, a outra série dele. Shada foi finalizado de diversas formas, inclusive com uma animação do Oitavo Doctor, mas nada canônico.

        O Douglas Adams era roteirista de Doctor Who na época (tudo quanto é inglês já passou por Doctor Who, inclusive falando dos quadrinhos, até o Alan Moore começou com Doctor Who e também com a 2000 AD…), e um episódio do Douglas (co-escrito por ele) muito elogiado é o ‘City of Death’, do Quarto Doctor com a Romana também. Esse episódio está disponível no Netflix Americano, e sempre que alguém vai recomendar um ep da série clássica, esse está entre a lista.

        O Russel T Davies é um fã da série clássica (assim como o Moffat). E o Oitavo é um filme americano, e não britânico. Era pra ser o piloto de uma série americana de Doctor Who, mas falhou miseravelmente nas críticas (até teve uma boa audiência), e basicamente terminou de assassinar Doctor Who (depois das temporadas do Sexto e Sétimo Doctors, que já haviam afundado tudo e a série acabou aí, voltando só no filme). Entre o 7° e o 8°, mais precisamente em 1993, foi feito um episódio curto para o Children in Need que foi basicamente um encontro de todos (TODOS) os personagens da Série Clássica, feito só como uma homenagem aos 30 anos da série mesmo. Mas ela já estava morta aí…

        Agora acho que é isso, acabei papai. Pode vir me limpar.

        Curtido por 3 pessoas

  25. Po, gostei do podcast, ouvi hoje de manhã. Já que vocês abriram espaço para os emails, mandei um e-mail que eu fiquei escrevendo a tarde toda com algumas curiosidades a respeito do reinicio da serie. Já adianto que ele e gigante. Boa sorte caras!! Bom saber que existem gente que não tem com quem falar sobre Doctor Who. uahuhaua

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  26. Massa o podcast, sempre legal ter mais um pra ouvir (Sim, eu ouço quase qualquer podcast que me apresentam… Se não me irritar nos primeiros 15 minutos eu acompanho os próximos)
    Sobre a primeira vez que vi este episódio também achei bem tosco, mas eu já estava vacinado e o choque não foi tão grande assim.
    Ainda estou assistindo à S05, pq deu preguiça e estou vendo um monte de outras séries, mas acho que a coisa engatou bem com o Matt Smith. Talvez daqui uns anos quando vcs falarem dele a gente converse mais sobre isso hahah
    Abraço!

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  27. Eu acho a primeira temporada de DW excelente, tanto que quando tento converter alguém eu não digo que os manequins são escrotos ou da qualidade técnica e essas coisas, eu só digo pra ignorarem os Slitheen de Raxacoricopiracicaba, aquilo ali sim faz gente desistir da série, mas o Eccleston e os roteiros te levam até o fim.
    Muito bom esse formato de um podcast por episódio, não parem por favor!

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  28. Uma constante que eu ouço é que o primeiro episódio realmente dá uma sensação de tosqueira, que você não vai gostar de primeira e tal. Mas eu gostei desde o começo.
    E olha que a primeira vez que eu assisti foi no antigo People&Arts, canal a cabo que deve ter mudado de nome. Mas lembrando que eu assisti o episódio quando eu tinha quinze anos, então a Regra dos Quinze anos deve se aplicar… Só não segui a série naquela época, porque eu não sabia seguir os horários do canal, acho que passava de tarde, se me lembro bem.
    Voltei a assistir faz um tempo pelo Netflix e confesso que nessa segunda assistida, os (D)efeitos especiais ficaram mais evidentes pra mim (regra dos quinze). Mas continuei a ver porque eu lembrava que eu tinha gostado do episódio e fiquei curioso com a chamada para o segundo, então continuei. E continuo até hoje.

    Podcast bom,”leve” e direto. Só estranhei um pouco o JP e o Thales sem xingar, mas de boa. Ouvirei futuramente.

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  29. Não entendo como todo quase todo mundo que começa a assistir por essa nova fase, diz que “Se tu passar os 3 primeiros episodios, ae tu vira fã”. Gostei bastante deles, mas admito que a serie só realmente me pegou quando vi o ep do Dalek. Ae foi foda.

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    • Também virei fã logo, mas entendo que são episódios que podem chocar quem não está muito familiarizado com ficção científica pra TV e seus defeitos especiais. É uma forma de baixar a expectativa da pessoa, eu acho.

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      • Acho que você tem que ter um grau de suspensão para curtir esses primeiros epis, justamente por causa daquela característica baixa renda dos efeitos (que foi diminuindo nos outros dois Doctors)
        Já a fase do Tenant é extremamente fácil de ser apreciada de primeira, porque a série já estava dando um retorno consideravel e houve mais investimento.

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